Casan domina discussões na Câmara de Vereadores
O debate em torno da problemática da Casan, foi um dos assuntos que movimentaram a primeira Sessão Ordinária de 2014 da Câmara de Vereadores de Concórdia. O encontro parlamentar ocorreu na noite da segunda-feira. A discussão, porém, começou por um outro viés. Tratou do contrato entre a estatal e a prefeitura para o fechamento dos buracos que foram abertos pela companhia visando o conserto da rede de abastecimento, na área central da cidade. O assunto foi abordado pelo vereador Evandro Pegoraro, do PT. Ele usou a tribuna para cobrar agilidade da Casan para contratar uma empresa que fará o fechamento dos buracos existentes nas ruas de Concórdia. Durante a manifestação, o parlamentar apresentou que, até novembro de 2013, foram consertados 817 buracos abertos pela Casan, o que gerou uma despesa de R$ 240 mil, sendo que o contrato entre a Estatal e a Prefeitura previa o repasse de R$ 150 mil para a execução desse serviço pelo Poder Público Municipal. Para o parlamentar, essa diferença de custos e de repasse fez com que o contrato entre as partes fosse rompido.
Por outro lado, o vereador Fábio Ferri, do PMDB, discordou do fato de que pudesse ter havido um rompimento no contrato para esse serviço. Ele observou que esse contrato vai até o dia 13 de fevereiro. Completa que tem informações que dão conta de que a Prefeitura de Concórdia não pretende renovar esse contrato com a Casan, para o fechamento dos buracos. Informa que a estatal já está licitando uma empresa para a execução dos tapa buracos. Por fim, Ferri diz que a Casan nunca deixou de pagar a Prefeitura de Concórdia pelo serviço de conserto das ruas.
Durante a Sessão, o debate enveredou mais uma vez para a municipalização do serviço de abastecimento de água, em Concórdia. A manifestação na tribuna foi do vereador Artêmio Ortigara, do PMDB. O vereador se diz favorável a municipalização do serviço e que chegou a hora de parar de discutir responsabilidades sobre o serviço. Pontua que o abastecimento de água é de grande relevância para a cidade. Ortigara justifica que, em outras cidades onde o serviço já é gerido pelo município, não estariam ocorrendo problemas para os consumidores. O vereador apresentou Indicação pedindo um levantamento para que haja um levantamento para saber a viabilidade econômica de trazer o serviço de abastecimento de água para o município.
Por outro lado, o vereador Arlan Guliani, do PT, ressaltou que municipalizar o sistema de água, nesse momento, seria loucura. Na tribuna, o vereador diz que o assunto já foi discutido em outras oportunidades. Lamenta a estrutura da Casan que, de acordo com ele, está obsoleta, defasada e caótica. Observa que nessas condições fica difícil municipalizar, uma vez que trabalhar com uma estrutura dessas seria praticamente impossível.
Por outro lado, o vereador Fábio Ferri, do PMDB, discordou do fato de que pudesse ter havido um rompimento no contrato para esse serviço. Ele observou que esse contrato vai até o dia 13 de fevereiro. Completa que tem informações que dão conta de que a Prefeitura de Concórdia não pretende renovar esse contrato com a Casan, para o fechamento dos buracos. Informa que a estatal já está licitando uma empresa para a execução dos tapa buracos. Por fim, Ferri diz que a Casan nunca deixou de pagar a Prefeitura de Concórdia pelo serviço de conserto das ruas.
Durante a Sessão, o debate enveredou mais uma vez para a municipalização do serviço de abastecimento de água, em Concórdia. A manifestação na tribuna foi do vereador Artêmio Ortigara, do PMDB. O vereador se diz favorável a municipalização do serviço e que chegou a hora de parar de discutir responsabilidades sobre o serviço. Pontua que o abastecimento de água é de grande relevância para a cidade. Ortigara justifica que, em outras cidades onde o serviço já é gerido pelo município, não estariam ocorrendo problemas para os consumidores. O vereador apresentou Indicação pedindo um levantamento para que haja um levantamento para saber a viabilidade econômica de trazer o serviço de abastecimento de água para o município.
Por outro lado, o vereador Arlan Guliani, do PT, ressaltou que municipalizar o sistema de água, nesse momento, seria loucura. Na tribuna, o vereador diz que o assunto já foi discutido em outras oportunidades. Lamenta a estrutura da Casan que, de acordo com ele, está obsoleta, defasada e caótica. Observa que nessas condições fica difícil municipalizar, uma vez que trabalhar com uma estrutura dessas seria praticamente impossível.