Prefeitura avança em projetos para conter enchentes e reforça Defesa Civil em Concórdia

por: Aliança News

O vice-prefeito de Concórdia, Fábio Ferri, detalhou em entrevista à Massa FM as ações do município voltadas à prevenção de enchentes e ao enfrentamento dos impactos causados pelas fortes chuvas registradas recentemente. Segundo ele, a administração trabalha em várias frentes, que envolvem desde obras estruturais até o fortalecimento da Defesa Civil e a ampliação dos sistemas de monitoramento.

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Um dos principais projetos em andamento é a segunda barragem, considerada estratégica para a segurança do município. Ferri informou que os ajustes técnicos do projeto já foram concluídos e que o processo agora segue para o setor de compras, etapa que antecede a licitação. Caso não haja impugnações, a expectativa é de que, em cerca de 45 dias, seja possível emitir a ordem de serviço e iniciar as obras.

Sobre as chuvas intensas registradas na virada do ano, o prefeito interino destacou que o volume foi 14% superior à média histórica, o que resultou em diversos transtornos, principalmente no interior do município. 

Outro ponto destacado foi o fortalecimento da Defesa Civil municipal, que passa por um processo de reestruturação. A administração investe na aquisição de novos veículos, equipamentos, bombas de drenagem, motosserras e um caminhão-tanque multifuncional, que poderá ser utilizado em situações de enchentes, incêndios e limpeza urbana.

Além disso, Concórdia já conta com um sistema de alertas e monitoramento, em parceria com a Defesa Civil Estadual. Alertas por celular estão em funcionamento e duas torres de monitoramento foram instaladas em pontos estratégicos do município. Quando o nível do Rio dos Queimados atinge cotas de risco, o sistema poderá emitir alertas sonoros para avisar a população.

Ele destacou ainda que o município também discute o planejamento futuro para o enfrentamento das enchentes, defendendo a contratação de uma empresa especializada para realizar estudos técnicos aprofundados. 

A partir desses levantamentos, serão avaliadas alternativas como microbarragens ou canais extravasores, permitindo que o poder público e a sociedade decidam, de forma técnica, os investimentos necessários para reduzir os riscos.