Acordo salarial de R$ 2 mil
Os trabalhadores flagrados trabalhando em situação degradante no corte da erva-mate em Ipumirim ganharam em média R$ 2 mil. O valor é referente à rescisão de contrato com uma empresa do Paraná que iria industrializar a matéria prima.
Os trabalhadores ainda receberam R$ 500 do proprietário da terra de onde a erva-mate estava sendo colhida por danos morais. O pagamento dos trabalhadores foi feito em Porto União, em uma agência do INSS e acompanhado pelo Ministério Público do Trabalho.
A auditora fiscal do Ministério do Trabalho, Sibeli Flores, afirma que todos os trabalhadores voltaram à Água Doce, cidade de origem. Ela confirma o acordo com os funcionários que estavam vivendo dentro de um chiqueiro em Ipumirim e recebendo de forma irregular os salários.