Antigas
Advogado descarta fuga
Homem foi preso em Florianópolis e é considerado cabeça de uma suposta quadrilha de estelionatários.
O advogado Alexandre Lopper, que defende João Prestes Júnior, apontado pelo Ministério Público como sendo membro de uma quadrilha de supostos estelionatários, deverá ingressar com um pedido de liberdade provisória nas próximas semanas. João Júnior como é conhecido pela polícia no Sul do País está recolhido no presídio regional de Concórdia, depois de ser preso em Florianópolis na semana passada.
De acordo com Lopper, o suspeito estava se deslocando para Novo Hamburgo (RS) quando foi preso. Ele tem amigos na cidade gaúcha e estava indo passar alguns dias na casa de colegas. O advogado afirma que ainda não teve acesso a toda a documentação do Ministério Público. Lopper pretende esperar mais alguns dias para ingressar com o pedido de liberdade e ter mais detalhes da operação do Ministério Público.
O advogado reitera que João Júnior não tem ligação com nenhuma quadrilha de estelionatários e as operações realizadas pela empresa eram legais. João Júnior está no presídio regional de Concórdia e preferiu não gravar entrevista com a imprensa local, mas o advogado reiterou que seu cliente é inocente e tudo será esclarecido.
Lopper confirmou que João Júnior tem passagens pela polícia no Paraná e já havia sido detido, mas não foi condenado. "São outros processos que não tem ligação com a situação de agora", pontua. O advogado explica que João Júnior não estava deixando o País ou estava tentando se refugiar no Rio Grande do Sul. "A identidade e passaporte dele foi apreendido durante mandado de busca emitido pelo juiz de Concórdia", esclarece.
Outros foragidos
Outras três pessoas são consideradas foragidas pelo judiciário, todas por envolvimento com a quadrilha que vendia debêntures, ou seja, títulos de crédito. Ainda permanecem foragidos, Edson de Almeida, o pingo, era Office boy e também assinava os contratos da suposta empresa; Vilson Liedmann, era suposto diretor da empresa e Maria Rosa Braga, que operava a suposta corretora.
De acordo com Lopper, o suspeito estava se deslocando para Novo Hamburgo (RS) quando foi preso. Ele tem amigos na cidade gaúcha e estava indo passar alguns dias na casa de colegas. O advogado afirma que ainda não teve acesso a toda a documentação do Ministério Público. Lopper pretende esperar mais alguns dias para ingressar com o pedido de liberdade e ter mais detalhes da operação do Ministério Público.
O advogado reitera que João Júnior não tem ligação com nenhuma quadrilha de estelionatários e as operações realizadas pela empresa eram legais. João Júnior está no presídio regional de Concórdia e preferiu não gravar entrevista com a imprensa local, mas o advogado reiterou que seu cliente é inocente e tudo será esclarecido.
Lopper confirmou que João Júnior tem passagens pela polícia no Paraná e já havia sido detido, mas não foi condenado. "São outros processos que não tem ligação com a situação de agora", pontua. O advogado explica que João Júnior não estava deixando o País ou estava tentando se refugiar no Rio Grande do Sul. "A identidade e passaporte dele foi apreendido durante mandado de busca emitido pelo juiz de Concórdia", esclarece.
Outros foragidos
Outras três pessoas são consideradas foragidas pelo judiciário, todas por envolvimento com a quadrilha que vendia debêntures, ou seja, títulos de crédito. Ainda permanecem foragidos, Edson de Almeida, o pingo, era Office boy e também assinava os contratos da suposta empresa; Vilson Liedmann, era suposto diretor da empresa e Maria Rosa Braga, que operava a suposta corretora.
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