Antigas
Aftosa no Paraguai faz o Estado tomar medidas
O Governo do Estado está proibindo a partir de hoje, a entrada de caminhões com cargas de cereais provenientes do Paraná, Argentina e Paraguai. A preocupação é com o status sanitário de Santa Catarina de livre de aftosa de vacinação.
O presidente da CIDASC, Enori Barbieri, ressalta que todos os caminhões provenientes de regiões de risco serão desinfectados, depois do foco da doença registrada no Paraguai. As regiões de fronteira também estão sendo monitoradas. Barbieri reitera que o Estado precisa tomar todo o tipo de medida necessária para evitar a entrada da doença no território catarinense.
FOCOS NO PARAGUAI
O Paraguai vai sacrificar cerca de mil cabeças de gado na região de Sargento Loma, no departamento de San Pedro, onde há um foco de febre aftosa, informaram autoridades sanitárias nesta terça-feira.
"As carcaças dos animais serão destruídas para se evitar a venda da carne", anunciou o governador de San Pedro, José Ledesma. Ledesma chamou de irresponsáveis os pecuaristas que exigem indenização pelos animais sacrificados: "temos que eliminar completamente estas cabeças de gado para mostrar que somos um país sério".
O governador admitiu que os rumores sobre febre aftosa na região circulam há mais de 20 dias, e que a Secretaria Nacional de Saúde Animal (SENACSA) confirmou a epidemia apenas nesta segunda-feira, em 13 cabeças de uma fazenda com 800 animais.
O último foco de aftosa detectado no Paraguai remontava a outubro de 2002.
O presidente da CIDASC, Enori Barbieri, ressalta que todos os caminhões provenientes de regiões de risco serão desinfectados, depois do foco da doença registrada no Paraguai. As regiões de fronteira também estão sendo monitoradas. Barbieri reitera que o Estado precisa tomar todo o tipo de medida necessária para evitar a entrada da doença no território catarinense.
FOCOS NO PARAGUAI
O Paraguai vai sacrificar cerca de mil cabeças de gado na região de Sargento Loma, no departamento de San Pedro, onde há um foco de febre aftosa, informaram autoridades sanitárias nesta terça-feira.
"As carcaças dos animais serão destruídas para se evitar a venda da carne", anunciou o governador de San Pedro, José Ledesma. Ledesma chamou de irresponsáveis os pecuaristas que exigem indenização pelos animais sacrificados: "temos que eliminar completamente estas cabeças de gado para mostrar que somos um país sério".
O governador admitiu que os rumores sobre febre aftosa na região circulam há mais de 20 dias, e que a Secretaria Nacional de Saúde Animal (SENACSA) confirmou a epidemia apenas nesta segunda-feira, em 13 cabeças de uma fazenda com 800 animais.
O último foco de aftosa detectado no Paraguai remontava a outubro de 2002.
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