Angela Amin avalia números da pesquisa Datafolha e cobra explicações do governo catarinense sobre os escândalos envolvendo a Secretaria da Fazenda
As vésperas do Natal o Instituto Datafolha divulgou uma pesquisa sobre as intenções de voto para o governo catarinense nas eleições 2010. De acordo com os números apresentados a liderança até o momento é da deputada federal e ex-prefeita de Florianópolis, Ângela Amin, do PP.
Ângela lidera a pesquisa com 31% as intenções de voto, Raimundo Colombo, do DEM ficaria com 18%, a senadora Ideli Salvatti, do PT, com 14%, Eduardo Pinho Moreira, do PMDB, com 7% e Afrânio Boppré, Psol, com 2%. Foram ouvidos 936 eleitores entre os dias 14 e 18 de dezembro. A margem de erro é de três pontos percentuais.
Quando o vice-governador Leonel Pavan, do PSDB, entra no cenário, Ângela fica com 29% dos votos, contra Colombo com 19%, Ideli com 14% e Pavan com 9%. Em uma disputa com Dário Berger, do PMDB, Ângela teria 31%, Colombo, 20%, Ideli, 14% e Boppré, 2%. Os indecisos oscilam entre 17% e 18% em todos os cenários.
Durante o final de semana a pré-candidata pelo PP ao governo catarinense, Ângela Amin, conversou com o jornalismo da Rádio Aliança. Disse que os números são o resultado do trabalho sério que vem desenvolvendo, mas que precisam ser analisados com responsabilidade.
Sobre o episódio envolvendo o vice-governador Leonel Pavan, do PSDB, Ângela Amin disse que está acompanhando o assunto a distância. Mas ela fez questão de lembrar de outro caso, também polêmico e, que de certa forma está esquecido pelos catarinenses.
O fato aconteceu no primeiro mandato do governador Luiz Henrique da Silveira, ainda em 2006. A prisão do assessor do ex-secretário da Fazenda, Aldo Hey Neto, com R$ 2 milhões em seu apartamento localizado em Jurerê Internacional, durante a Operação Dilúvio da Polícia Federal. Na época o secretário da Fazenda era Max Bornholdt.