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Aprovada a fusão
Os cerca de 500 associados da Copérdia aprovaram durante assembléia extraordinária em Concórdia ontem à tarde o prosseguimento dos trabalhos para uma possível fusão com a Coperio de Joaçaba. As duas cooperativas juntas irão se transformar em um grande conglomerado com faturamento anual de R$ 700 milhões. De acordo com o superintendente da Organização das Cooperativas de Santa Catarina, Gesi Pulgan, serão 15.155 associados distribuídos em 58 cidades de cobertura com 93 unidades comerciais.
Conforme os dados apresentados pela OCESC, são pontos negativos em uma possível fusão o endividamento elevado; redução de custos e despesas; dificuldades nas definições institucionais, reestruturação de área de ação e logística e instalações precárias na região norte; Somam positivamente a fusão; segundo maior cooperativa junto a Aurora, potencial futuro em relação ao frigorífico em Joaçaba; apoio financeiro de instituições; gestão profissionalizada da nova cooperativa e elevação da produção de grãos e leite.
As duas cooperativas juntas irão comercializar anualmente 4,3 milhões de sacas de cereais; 99 milhões de litros de leite; abater 10 mil cabeças de suínos e industrializar 252 toneladas de ração. Apesar da projeção de faturamento e comercialização da nova cooperativa, a Copérdia no primeiro semestre desse ano registra prejuízo de R$ 2,1 milhões. A baixa se deve principalmente pela crise na suinocultura.
Em 2011, a Copérdia registra R$ 4,5 milhões de prejuízos com a produção suinícola. A produção de cereais também contabiliza saldo negativo de R$ 640 mil, seguido pelo reflorestamento R$ 28 mil e fruticultura R$ 23 mil. O superintendente da OCESC, Gesi Pulgan, afirma que com a união das duas cooperativas será possível ainda reduzir em pouco tempo R$ 7 milhões de custos operacionais.
Conforme os dados apresentados pela OCESC, são pontos negativos em uma possível fusão o endividamento elevado; redução de custos e despesas; dificuldades nas definições institucionais, reestruturação de área de ação e logística e instalações precárias na região norte; Somam positivamente a fusão; segundo maior cooperativa junto a Aurora, potencial futuro em relação ao frigorífico em Joaçaba; apoio financeiro de instituições; gestão profissionalizada da nova cooperativa e elevação da produção de grãos e leite.
As duas cooperativas juntas irão comercializar anualmente 4,3 milhões de sacas de cereais; 99 milhões de litros de leite; abater 10 mil cabeças de suínos e industrializar 252 toneladas de ração. Apesar da projeção de faturamento e comercialização da nova cooperativa, a Copérdia no primeiro semestre desse ano registra prejuízo de R$ 2,1 milhões. A baixa se deve principalmente pela crise na suinocultura.
Em 2011, a Copérdia registra R$ 4,5 milhões de prejuízos com a produção suinícola. A produção de cereais também contabiliza saldo negativo de R$ 640 mil, seguido pelo reflorestamento R$ 28 mil e fruticultura R$ 23 mil. O superintendente da OCESC, Gesi Pulgan, afirma que com a união das duas cooperativas será possível ainda reduzir em pouco tempo R$ 7 milhões de custos operacionais.
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