Antigas
Bancários fazem assembleia e voltam ao trabalho
Em reunião na manhã desta segunda-feira (17) a maioria dos bancários da abrangência do Sindicato dos Bancários de Concórdia e Região, decidiu retornar ao trabalho hoje. Eles avaliaram as propostas apresentadas na sexta-feira, dia 14, durante a sétima rodada de negociações com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), em São Paulo.
A Fenaban propõe reajuste salarial de 9% (inflação do período mais aumento real de 1,5%), valorização do piso da categoria em 12%, que passaria para R$ 1.400 (aumento real de 4,3%) e melhorias na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), com elevação da parcela fixa da regra básica para R$ 1.400 (reajuste de 27,2%) e do teto da parcela adicional para R$ 2.800 (reajuste de 16,7%).
A presidente do Sindicato dos Bancários de Concórdia e Região, Sonia Hack, lamenta que em mais um ano tenha sido necessária a pressão através de greve, para que os banqueiros apresentassem uma nova proposta, neste ano foram 20 dias de paralisação, dez agências da região estavam com as portas fechadas. "Os bancários mostraram mais uma vez a força em busca de melhores condições de trabalho e atendimento", ressalta.
Os dias de greve não serão descontados, mas serão compensados em até duas horas por dia, de segunda a sexta-feira, até o dia 15 de dezembro e, assim como nos anos anteriores, eventual saldo após esse período será anistiado. As propostas específicas do BB e da Caixa também apresentam melhorias para os bancários, envolvendo questões de carreira e condições de trabalho, dentre outras. Entre os principais avanços, destacam-se a PLR social e a contratação de 5 mil empregados na Caixa e a valorização do plano de cargos e salários no BB.
A greve paralisou na sexta-feira 9.152 agências e vários centros administrativos de bancos públicos e privados em todos os 26 estados e no Distrito Federal, segundo levantamento da Contraf-CUT. Na base do Sindicato de Concórdia e Região 10 agências estavam fechadas.
A Fenaban propõe reajuste salarial de 9% (inflação do período mais aumento real de 1,5%), valorização do piso da categoria em 12%, que passaria para R$ 1.400 (aumento real de 4,3%) e melhorias na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), com elevação da parcela fixa da regra básica para R$ 1.400 (reajuste de 27,2%) e do teto da parcela adicional para R$ 2.800 (reajuste de 16,7%).
A presidente do Sindicato dos Bancários de Concórdia e Região, Sonia Hack, lamenta que em mais um ano tenha sido necessária a pressão através de greve, para que os banqueiros apresentassem uma nova proposta, neste ano foram 20 dias de paralisação, dez agências da região estavam com as portas fechadas. "Os bancários mostraram mais uma vez a força em busca de melhores condições de trabalho e atendimento", ressalta.
Os dias de greve não serão descontados, mas serão compensados em até duas horas por dia, de segunda a sexta-feira, até o dia 15 de dezembro e, assim como nos anos anteriores, eventual saldo após esse período será anistiado. As propostas específicas do BB e da Caixa também apresentam melhorias para os bancários, envolvendo questões de carreira e condições de trabalho, dentre outras. Entre os principais avanços, destacam-se a PLR social e a contratação de 5 mil empregados na Caixa e a valorização do plano de cargos e salários no BB.
A greve paralisou na sexta-feira 9.152 agências e vários centros administrativos de bancos públicos e privados em todos os 26 estados e no Distrito Federal, segundo levantamento da Contraf-CUT. Na base do Sindicato de Concórdia e Região 10 agências estavam fechadas.
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