Antigas
Bancários tem rodada de negociação salarial
A primeira rodada de negociações da Campanha Salarial dos Bancários 2011 está agendada. O Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, e Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) se encontram nos dias 30 e 31 de agosto, para discutir sobre emprego e reivindicações sociais, em São Paulo. Já estão agendadas outras duas rodadas.
A segunda será nos dias 5 e 6 de setembro, envolvendo saúde e condições de trabalho, e a terceira, no dia 13 de setembro, sobre remuneração. A pauta unificada defende 12,8% de aumento, sendo 5% de aumento real, mais reposição da inflação projetada em média 7,8%.
O Sindicato dos Bancários de Concórdia e Região (SEEB) está se reunindo com os funcionários das agências para detalhar as propostas que estão na mesa de negociação. Segundo a presidente do SEEB, Sonia Hack, a categoria espera que as negociações sejam conduzidas de forma respeitosa, " esperamos que a Fenaban não dificulte, a greve será a última alternativa, diante do descaso com os trabalhadores", pontua.
Reivindicações
A categoria reivindica piso da categoria igual ao salário mínimo do Dieese (R$ 2.293,31 em maio) e revisão da Participação nos Lucros e Resultados. Também combate às metas abusivas e ao assédio moral. Entre as solicitações na área da segurança bancária que irá beneficiar os clientes, está a isenção das tarifas de transferência de recursos (TED, DOC e ordens de pagamento), para reduzir os assaltos "na saidinha do banco".
A segunda será nos dias 5 e 6 de setembro, envolvendo saúde e condições de trabalho, e a terceira, no dia 13 de setembro, sobre remuneração. A pauta unificada defende 12,8% de aumento, sendo 5% de aumento real, mais reposição da inflação projetada em média 7,8%.
O Sindicato dos Bancários de Concórdia e Região (SEEB) está se reunindo com os funcionários das agências para detalhar as propostas que estão na mesa de negociação. Segundo a presidente do SEEB, Sonia Hack, a categoria espera que as negociações sejam conduzidas de forma respeitosa, " esperamos que a Fenaban não dificulte, a greve será a última alternativa, diante do descaso com os trabalhadores", pontua.
Reivindicações
A categoria reivindica piso da categoria igual ao salário mínimo do Dieese (R$ 2.293,31 em maio) e revisão da Participação nos Lucros e Resultados. Também combate às metas abusivas e ao assédio moral. Entre as solicitações na área da segurança bancária que irá beneficiar os clientes, está a isenção das tarifas de transferência de recursos (TED, DOC e ordens de pagamento), para reduzir os assaltos "na saidinha do banco".
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