Antigas
BB contesta ação milionária contra agência de Concórdia
Superintendente afirma que clima interno na agência local não retrata a realidade descrita no processo
O Superintendente do Banco do Brasil em Santa Catarina, Reinaldo Yokoyama, rompeu o silêncio e pela primeira vez, falou sobre uma ação civil pública ingressada pelo Ministério Público do Trabalho e pede indenização de R$ 1 milhão. O valor seria revertido para o Fundo Estadual de Saúde e Fundo de Amparo ao Trabalhador.
O Sindicato dos Bancários em Concórdia acusa a gerência da agência local do Banco do Brasil de assédio moral contra empregados com cerca de 30 anos de serviços prestados à instituição. De acordo com Yokoyama, o Banco do Brasil está atendendo todos os pedidos via judiciário e do Ministério Público que ingressou com a ação.
O Superintendente do Banco do Brasil em Santa Catarina, disse nessa manhã em entrevista ao programa Carlos Ferrari, que o processo ainda está tramitando e não tem nenhuma decisão final. Ressalta ainda que o clima interno do Banco do Brasil em Concórdia não retrata a realidade descrita pelo Ministério Público do Trabalho e o Sindicato de Concórdia.
O Sindicato dos Bancários em Concórdia acusa a gerência da agência local do Banco do Brasil de assédio moral contra empregados com cerca de 30 anos de serviços prestados à instituição. De acordo com Yokoyama, o Banco do Brasil está atendendo todos os pedidos via judiciário e do Ministério Público que ingressou com a ação.
O Superintendente do Banco do Brasil em Santa Catarina, disse nessa manhã em entrevista ao programa Carlos Ferrari, que o processo ainda está tramitando e não tem nenhuma decisão final. Ressalta ainda que o clima interno do Banco do Brasil em Concórdia não retrata a realidade descrita pelo Ministério Público do Trabalho e o Sindicato de Concórdia.
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