Antigas
Caminhão da Coopercarga é incendiado no RJ (vídeo)
Concordienses que estão no Rio de Janeiro relatam preocupação com a violência e a guerra da polícia e bandidos
Um caminhão da Coopercarga de Concórdia foi incendiado ontem no Rio de Janeiro, durante a onda de atentados. O confronto entre polícia e bandidos continua nesta sexta-feira, dia 26. O motorista do caminhão que fazia a distribuição de bebidas foi abordado por membros de uma quadrilha e levado até um ponto do bairro do Juramento, zona Norte do Rio de Janeiro.
O motorista e o ajudante não tiveram ferimentos e foram obrigados a liberar o caminhão, que ficou completamente destruído. O responsável pelos trabalhos da Coopercarga no Rio, o concordiense Sandro Alex Klein, afirma que a população está muito preocupada com a violência e o confronto dos bandidos.
Concordiense no Rio de Janeiro
A violência no Rio de Janeiro não dá trégua e a polícia continua com incursões, dentro da favela na Vila Cruzeiro. Utilizando tanques de guerra da Marinha e Exército foi possível chegar ao núcleo da favela, utilizado pelos bandidos como um QG para articular ações contra o setor de segurança e comercializar drogas.
O concordiense Jorge Pacheco, que mora nas imediações onde o confronto entre bandido e policiais está ocorrendo conta que o Rio de Janeiro está mais tranquilo hoje, após cinco dias de muita violência e atentados contra ônibus e veículos. "Para quem mora aqui há muitos anos a guerra entre bandidos e polícia é comum, apesar de ganhar mais repercussão com os atentados", revela.
Segundo Pacheco, o setor de transporte estava praticamente paralisado ontem e as entregas interrompidas devido o caos que a cidade estava passando. Após a polícia conseguir entrar na favela, a situação está mais tranquila, apesar dos confrontes que continuam ocorrendo nas favelas do Rio de Janeiro.
Pacheco concedeu entrevista à Rádio Aliança (ouça)
O motorista e o ajudante não tiveram ferimentos e foram obrigados a liberar o caminhão, que ficou completamente destruído. O responsável pelos trabalhos da Coopercarga no Rio, o concordiense Sandro Alex Klein, afirma que a população está muito preocupada com a violência e o confronto dos bandidos.
Concordiense no Rio de Janeiro
A violência no Rio de Janeiro não dá trégua e a polícia continua com incursões, dentro da favela na Vila Cruzeiro. Utilizando tanques de guerra da Marinha e Exército foi possível chegar ao núcleo da favela, utilizado pelos bandidos como um QG para articular ações contra o setor de segurança e comercializar drogas.
O concordiense Jorge Pacheco, que mora nas imediações onde o confronto entre bandido e policiais está ocorrendo conta que o Rio de Janeiro está mais tranquilo hoje, após cinco dias de muita violência e atentados contra ônibus e veículos. "Para quem mora aqui há muitos anos a guerra entre bandidos e polícia é comum, apesar de ganhar mais repercussão com os atentados", revela.
Segundo Pacheco, o setor de transporte estava praticamente paralisado ontem e as entregas interrompidas devido o caos que a cidade estava passando. Após a polícia conseguir entrar na favela, a situação está mais tranquila, apesar dos confrontes que continuam ocorrendo nas favelas do Rio de Janeiro.
Pacheco concedeu entrevista à Rádio Aliança (ouça)
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