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Capinzal: Funcionários da BRF em trajes íntimos
Câmeras de segurança instaladas nos vestiários da unidade da Brasil Foods (BRF) de Capinzal, podem custar à empresa uma multa de R$ 10 milhões pelo crime de dano moral coletivo. O Ministério Público do Trabalho (MPT) de Joaçaba, que cuida do caso, ajuizou uma ação civil pública na tarde desta quinta-feira.
A presença dos equipamentos foi constatada em maio deste ano durante uma inspeção judiciária à unidade fabril, por conta de outra ação civil pública. Uma juíza e outros servidores públicos teriam presenciado o problema que gerou o processo do MPT -- e pode ter atingido mais de seis mil funcionários.
Agora, a decisão sobre o pagamento ou não da multa cabe ao Poder Judiciário. O magistrado responsável pela vara do trabalho em Joaçaba também terá de analisar um pedido de liminar de tutela antecipada.
O documento pede a retirada imediata de todas as câmeras que ficam em locais considerados privativos, como banheiros, vestiários e áreas de descanso. Caso esta liminar seja deferida e a empresa não retire o sistema de monitoramento destes espaços, será aplicada multa diária de R$ 200 mil.
Conforme a procuradora Thaís Fidélis Bruch, os funcionários seriam filmados em trajes íntimos quando trocavam as roupas pessoais pelo uniforme de trabalho, exigido pela empresa. Para ela, o ato fere a dignidade da pessoa humana.
A presença dos equipamentos foi constatada em maio deste ano durante uma inspeção judiciária à unidade fabril, por conta de outra ação civil pública. Uma juíza e outros servidores públicos teriam presenciado o problema que gerou o processo do MPT -- e pode ter atingido mais de seis mil funcionários.
Agora, a decisão sobre o pagamento ou não da multa cabe ao Poder Judiciário. O magistrado responsável pela vara do trabalho em Joaçaba também terá de analisar um pedido de liminar de tutela antecipada.
O documento pede a retirada imediata de todas as câmeras que ficam em locais considerados privativos, como banheiros, vestiários e áreas de descanso. Caso esta liminar seja deferida e a empresa não retire o sistema de monitoramento destes espaços, será aplicada multa diária de R$ 200 mil.
Conforme a procuradora Thaís Fidélis Bruch, os funcionários seriam filmados em trajes íntimos quando trocavam as roupas pessoais pelo uniforme de trabalho, exigido pela empresa. Para ela, o ato fere a dignidade da pessoa humana.
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