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Casal briga na justiça por guarda de bebê

Data 25/08/2011 às 07:44
Caso chama a atenção e tramita na justiça de Concórdia
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Um casal de Concórdia luta na justiça há alguns meses para ficar com a guarda de um bebê de um ano. Depois receber alta de uma unidade hospitalar no Sul do Estado a criança deixou a cidade vindo a morar com o suposto pai biológico em Concórdia. Alguns meses depois, um DNA foi feito através da justiça atendendo uma solicitação do Ministério Público.

Apesar do registro da criança ter sido feito em um cartório na região de Tubarão, o DNA revelou que o bebê não era filho legítimo, ou seja, não comprovou a paternidade. O bebê, que nasceu prematuro, não ficou com a mãe legítima, pois ela alegou não ter condições de cuidá-lo.

Depois de um ano, o bebê foi retirado da família de Concórdia e encaminhado ao Lar Anjo Gabriel. O casal agora tenta reverter à decisão de primeira instância com um recurso no Tribunal de Justiça. O casal de Concórdia, apesar de não ser a família biológica, quer ficar com a guarda da criança.

A mãe biológica que mora do Sul do Estado não tem condições financeiras e o pai legítimo é desconhecido. A mãe biológica teria se relacionado com o concordiense durante um período em que ele esteve separado da esposa legítima. De acordo com o advogado de defesa, a família tem forte vinculo afetivo, pois permaneceu 11 meses com a guarda da criança respaldado em um termo de guarda do Ministério Público.

Um caso identifico ocorreu na Comarca de Chapecó. Uma família daquela cidade teria adotado de forma "irregular" uma criança, segundo o Ministério Público. Nesse processo, a família acabou ganhando a guarda da criança.
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