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Casan retira bomba do poço profundo em Seara
A Casan informou neste sábado que a bomba do poço profundo finalmente foi retirada. O próximo passo será a instalação do equipamento reserva. A partir daí, o poço poderá voltar a abastecer a população da cidade com normalidade. Já o Ministério Público de Seara ajuizou uma Ação Civil Pública contra a Casan, visando apurar possível negligência da empresa na conservação do "Poço Profundo", que novamente voltou a apresentar problemas.
A estatal comprometeu-se em resolver o problema imediatamente, mas o compromisso não foi cumprido. O Procon de Seara recebeu diversas reclamações sobre falta de água. Os reclames foram levados ao conhecimento do promotor Marcelo Francisco da Silva.
O Ministério Público requer a concessão de liminar para que a Casan restabeleça o fornecimento de água regularmente à população. Se necessário, a empresa terá que utilizar caminhões pipa para abastecer a cidade. A mesma ação requer que a Casan corrija as faturas de água, já que muitos moradores reclamaram de valores abusivos.
Em alguns casos, mesmo sem água, os usuários tiveram que pagar o dobro do valor que pagavam habitualmente. O MP pede para que a empresa faça uma média dos valores das faturas dos últimos meses para que o público não pague quantias indevidas na conta de água. O promotor estabelece um prazo de 60 dias para que a Casan cumpra as medidas previstas na Ação Civil Pública.
Em caso de descumprimento, a multa diária será de R$ 10 mil.
A estatal comprometeu-se em resolver o problema imediatamente, mas o compromisso não foi cumprido. O Procon de Seara recebeu diversas reclamações sobre falta de água. Os reclames foram levados ao conhecimento do promotor Marcelo Francisco da Silva.
O Ministério Público requer a concessão de liminar para que a Casan restabeleça o fornecimento de água regularmente à população. Se necessário, a empresa terá que utilizar caminhões pipa para abastecer a cidade. A mesma ação requer que a Casan corrija as faturas de água, já que muitos moradores reclamaram de valores abusivos.
Em alguns casos, mesmo sem água, os usuários tiveram que pagar o dobro do valor que pagavam habitualmente. O MP pede para que a empresa faça uma média dos valores das faturas dos últimos meses para que o público não pague quantias indevidas na conta de água. O promotor estabelece um prazo de 60 dias para que a Casan cumpra as medidas previstas na Ação Civil Pública.
Em caso de descumprimento, a multa diária será de R$ 10 mil.
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