Caso Batávia no Fórum
O delegado Glademir Langa concluiu o inquérito envolvendo o desvio milionário na Batávia em Santo Antônio. Duas pessoas foram indiciadas. Uma mulher, funcionária da empresa e um outro funcionário de uma empresa transportadora de Pinhalzinho. Os nomes ainda estão sendo mantidos em sigilo, já que o Ministério Público deve analisar o caso nas próximas horas.
O esquema
Um esquema fraudulento na Batávia em Santo Antônio pode ter provocado um prejuízo de R$ 2,5 milhões à empresa. Uma auditoria interna foi feita nas contas da empresa e uma funcionária foi demitida, por justa causa. Ela é apontada como sendo a principal peça no negócio ilícito que também contava com integrantes de uma empresa transportadora de Pinhalzinho, que prestava serviços a Batávia.
O delegado de polícia, Glademir Langa, afirma que o esquema fraudulento funcionava desde 2007. De acordo com ele, a auditoria da Perdigão aponta que a funcionária da empresa em Santo Antônio emitia a autorizações para pagamento de fretes fictícios e o dinheiro era dividido pela transportadora de Pinhalzinho e pela acusada. Outra suspeita levantada é referente ao suposto pagamento ilegal de diárias.