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Chiarello morreu por enforcamento, diz junta

Data 09/03/2012 às 17:39
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A junta médica do Instituto Geral de Perícias que analisou os laudos e pareceres da morte do vereador Marcelino Chiarello concluiu que ele morreu por enforcamento. O delegado responsável pelo inquérito, Ronaldo Neckel Moretto, recebeu hoje à tarde o parecer.

Mesmo assim ele não vai concluir o inquérito nem por tese de suicídio, nem por homicídio. - Não vamos emitir juízo de valor por não queremos prejudicar o trabalho do Ministério Público - afirmou Moretto. O Ministério Público já instaurou um procedimento para dar sequência nas investigações.

Moretto afirmou que o parecer dos três médicos peritos do IGP coloca que a causa mais provável do enforcamento é suicídio, mas não exclui completamente o homicídio pois há casos na literatura médica de enforcamento por homicídio.

Ele afirmou que o parecer é contrário a muitos aspectos do primeiro laudo emitido pelo médico legista Antonio de Marco. O parecer exclui a possibilidade de estrangulamento e conclui que a mancha no olho do vereador não foi causada por um soco ou batida e sim por decorrência de um processo natural de pressão sanguínea decorrente do enforcamento. Também indica que a batida na cabeça pode ter ocorrido pelo vereador ter se debatido. Na questão da lesão do nariz não há indicativo de fratura, segundo o parecer do IGP.

Quando a um segundo sulco no pescoço do vereador a conclusão é de que ele teria ocorrido no transporte do corpo até o Instituto Médico Legal.
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