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Conferência de Copenhague e a importância do compromisso ambiental

Data 18/12/2009 às 17:48
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No momento em que o mundo espera um resultado positivo da Conferência de Copenhague, cabe refletir sobre quais ações estão sendo realmente tomadas no que diz respeito à temática que hoje gera tanta preocupação: as mudanças climáticas.

A Conferência sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas (COP 15) começou na manhã na segunda-feira (7), contando com a participação de 193 países. A esperança dos organizadores é um acordo promissor para redução da emissão dos gases de efeito estufa. O acordo deve ser fechado até este sábado, dia 18 de dezembro de 2009.

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, anunciou no dia 13 de novembro que o Brasil se compromete voluntariamente a reduzir as emissões nacionais de gases causadores do efeito estufa em 36,1% a 38,9% até 2020 em relação ao que poluiria se nada fosse feito. Dentre as principais iniciativas defendidas para o controle da poluição atmosférica e produção de gases estufa está a proposta de redução substancial no desmatamento.

O acordo de Copenhague de fato é uma oportunidade para revisão e comprometimento de todos os países, porém sabemos que não é conveniente e nem promissor esperar somente por um acordo em Copenhague e, sim, realizar ações por conta própria, pequenas ações que nos ajudem a enfrentar as mudanças climáticas.

Paulo Corbellini, Diretor Presidente da Queimados Vivo, lembra que nesse momento em que o mundo reflete sobre o aquecimento do planeta cabe ressaltar a importância de pensarmos na preservação da flora. "Todo mundo sabe da importância da vegetação para nós. O primeiro aspecto que lembramos é a beleza. Em segundo, as árvores ajudam no controle do clima. Elas também servem de abrigo para a fauna e controlam a erosão do solo", destaca.

As árvores não servem apenas como fornecedoras de oxigênio para os seres humanos. Corbelini também chama atenção para os problemas climáticos que despertam a atenção em todo o mundo. "Todos acompanham o reflexo do desmatamento da Amazônia nas alterações do clima do planeta. A destruição das florestas tem uma interferência muito grande neste aspecto e a nossa intenção é lembrar as pessoas, através de ações, que as árvores representam mais do que o fornecimento de ar e que podemos através de pequenas ações fazer parte da mudança que o mundo precisa", considera Corbelini.

A Queimados Vivo em seu projeto de revitalização, renaturalização e preservação do Rio dos Queimados já pode garantir a preservação de uma área superior a 50.000 m² e busca na educação ambiental uma base para que tenhamos no futuro um desenvolvimento mais sustentável. Mantendo nossas florestas em pé e trabalhando para que um pouco do que já foi destruído seja recuperado estaremos ajudando a resolver um pouco desse problema que preocupa hoje lideres de todas as nacionalidades.


 

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