Antigas
Cooperativa lamenta ataque a coletivo de Chapecó
Ônibus com empresários foi alvejado por mais de 20 disparos na tarde de domingo (19/06) na BR 153 próximo a Vargem Bonita
O presidente da Cooperativa dos Transportadores Coletivos de Passageiros e Cargas do Oeste Catarinense (COTRAOCA), Sérgio Utzig, manifestou indignação diante do ataque de bandidos a um ônibus que transportava comerciantes chapecoenses, na tarde do último domingo, próximo ao município de Concórdia.
Utzig lembra que tentativas de assalto como essa, são comuns nas estradas brasileiras e muitos motoristas acabam arriscando a própria vida quando estão trabalhando. "Nenhum trabalhador, nenhum cidadão pode ter o seu direito de ir e vir cerceado. As pessoas não podem ficar com medo de ser assaltadas. O mínimo que as pessoas precisam é ter sua segurança garantida pelo Estado. Nos solidarizamos com os comerciantes e com a empresa que foi vítima dessa barbárie e repudiamos esse ataque".
O presidente enfatiza a necessidade de melhorar o aparelhamento e aumentar o efetivo da polícia nas estradas, especialmente, pelo fato de a logística do oeste catarinense depender exclusivamente do transporte rodoviário.
Utzig reclama que no momento de fiscalizar as condições do veículo e aplicar multas nos transportadores os órgãos competentes são extremamente eficientes. "Como cidadãos devemos exigir que essa eficiência seja a mesma na hora de garantir a segurança e impedir que os trabalhadores percam dinheiro e até a própria vida nas estradas".
Utzig lembra que tentativas de assalto como essa, são comuns nas estradas brasileiras e muitos motoristas acabam arriscando a própria vida quando estão trabalhando. "Nenhum trabalhador, nenhum cidadão pode ter o seu direito de ir e vir cerceado. As pessoas não podem ficar com medo de ser assaltadas. O mínimo que as pessoas precisam é ter sua segurança garantida pelo Estado. Nos solidarizamos com os comerciantes e com a empresa que foi vítima dessa barbárie e repudiamos esse ataque".
O presidente enfatiza a necessidade de melhorar o aparelhamento e aumentar o efetivo da polícia nas estradas, especialmente, pelo fato de a logística do oeste catarinense depender exclusivamente do transporte rodoviário.
Utzig reclama que no momento de fiscalizar as condições do veículo e aplicar multas nos transportadores os órgãos competentes são extremamente eficientes. "Como cidadãos devemos exigir que essa eficiência seja a mesma na hora de garantir a segurança e impedir que os trabalhadores percam dinheiro e até a própria vida nas estradas".
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