Antigas
Descartado crime em Itá
Delegado descarta a possibilidade de um crime de homicídio ou latrocínio
O delegado de Itá, Marcos Giovani da Silva, concluiu ontem o inquérito envolvendo a morte de Franchteska Marzaroto, 25 anos. O relatório final que será protocolado nesta terça-feira, dia 23, no Fórum da Comarca, revela que não existe uma segunda pessoa envolvida. Além disso, o delegado também descarta a possibilidade de um crime de homicídio ou latrocínio. "Por todo o levantamento feito no local, pelas provas periciais e testemunhais está descartado um fato criminoso", esclarece.
Segundo Silva, a morte pode ter sido acidental ou provocado pela própria vítima. Na apuração dos fatos o delegado interrogou 16 testemunhas e o inquérito contém cerca de 200 páginas. Marcos Giovani descarta qualquer possibilidade de ato criminoso e sugere ao judiciário o arquivamento do processo. "Na área penal não tem mais o que se apurar, somente se fatos novos vierem a aparecer", reitera.
O delegado afirma que ainda espera o laudo do Instituto Geral de Perícias que deve confirmar ou não se os restos mortais encontrados carbonizados no veículo eram mesmo de Franchteska Marzaroto. "Os indícios apontam que são delas, mas as informações oficiais serão dadas pelo IGP nas próximas semanas", garante. O delegado confirma ainda que duas garrafas pet com quatro litros de combustível estavam dentro do veículo e contribuiu para acelerar o incêndio no veículo.
Franchteska Marzaroto, 25 anos, morreu no dia 11 de outubro em Itá. O veículo em que ela estava ficou totalmente destruído pelas chamas. O veículo foi incendiado próximo da área central do município de Itá em meio a uma plantação de eucalipto. O sinistro ocorreu por volta das 7h e ao chegar no local o Corpo de Bombeiros de Seara conseguiu apenas fazer o rescaldo. Somente depois foi possível verificar através da perícia que um corpo havia sido carbonizado.
Segundo Silva, a morte pode ter sido acidental ou provocado pela própria vítima. Na apuração dos fatos o delegado interrogou 16 testemunhas e o inquérito contém cerca de 200 páginas. Marcos Giovani descarta qualquer possibilidade de ato criminoso e sugere ao judiciário o arquivamento do processo. "Na área penal não tem mais o que se apurar, somente se fatos novos vierem a aparecer", reitera.
O delegado afirma que ainda espera o laudo do Instituto Geral de Perícias que deve confirmar ou não se os restos mortais encontrados carbonizados no veículo eram mesmo de Franchteska Marzaroto. "Os indícios apontam que são delas, mas as informações oficiais serão dadas pelo IGP nas próximas semanas", garante. O delegado confirma ainda que duas garrafas pet com quatro litros de combustível estavam dentro do veículo e contribuiu para acelerar o incêndio no veículo.
Franchteska Marzaroto, 25 anos, morreu no dia 11 de outubro em Itá. O veículo em que ela estava ficou totalmente destruído pelas chamas. O veículo foi incendiado próximo da área central do município de Itá em meio a uma plantação de eucalipto. O sinistro ocorreu por volta das 7h e ao chegar no local o Corpo de Bombeiros de Seara conseguiu apenas fazer o rescaldo. Somente depois foi possível verificar através da perícia que um corpo havia sido carbonizado.
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