Antigas
Ex-comandante aciona Bombeiros de Seara na justiça
O ex-comandante da Associação Corpo de Bombeiros Voluntários de Seara, Gilvan Luis da Silva, insatisfeito com o desfecho após afastamento do cargo para apuração de irregularidades na entidade através de auditoria, o que levou a direção a demiti-lo, ingressará com ação judicial para requerer direitos trabalhistas e reparação por danos morais. Em entrevista ao jornal FolhaSete, Gilvan informou que toda documentação necessária para as ações já está em poder de um advogado de sua confiança, e, nos próximos dias, fará os devidos encaminhamentos.
Explica que serão dois processos, o primeiro junto ao Ministério do Trabalho, que, segundo ele, "vão garantir meus direitos trabalhistas que não foram contemplados a mim no período que atuei como efetivo nos bombeiros", e a ação por danos morais, é devido ao afastamento da corporação, "que confronta o regimento, o estatuto, Código Civil e a Constituição Federal, e também porque não tive direito de me defender perante a diretoria e nem contestar meu afastamento. Eu, simplesmente, tive que acatar e ficar quieto".
Alega ainda que o procedimento levará em consideração os comentários e declarações de membros da diretoria e de colegas bombeiros à imprensa "e, inclusive, para a empresa responsável por fazer a auditoria. Tudo isso serão provas testemunhais para esse dano moral que sofri". Gilvan da Silva declarou que não planejava ingressar com os processos. "Eu não pretendia fazer isso, porque achei que no desenrolar da auditoria fosse constatado que não havia irregularidades. Mas o que aconteceu foi que o pessoal, em vez de reconhecer o erro do início, simplesmente me atacou ainda mais".
Explica que serão dois processos, o primeiro junto ao Ministério do Trabalho, que, segundo ele, "vão garantir meus direitos trabalhistas que não foram contemplados a mim no período que atuei como efetivo nos bombeiros", e a ação por danos morais, é devido ao afastamento da corporação, "que confronta o regimento, o estatuto, Código Civil e a Constituição Federal, e também porque não tive direito de me defender perante a diretoria e nem contestar meu afastamento. Eu, simplesmente, tive que acatar e ficar quieto".
Alega ainda que o procedimento levará em consideração os comentários e declarações de membros da diretoria e de colegas bombeiros à imprensa "e, inclusive, para a empresa responsável por fazer a auditoria. Tudo isso serão provas testemunhais para esse dano moral que sofri". Gilvan da Silva declarou que não planejava ingressar com os processos. "Eu não pretendia fazer isso, porque achei que no desenrolar da auditoria fosse constatado que não havia irregularidades. Mas o que aconteceu foi que o pessoal, em vez de reconhecer o erro do início, simplesmente me atacou ainda mais".
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