Antigas
Família busca informações de concordiense desaparecido no Suriname
Jair José Monteiro tem 32 anos. Há mais de uma década, deixou Santa Catarina para trabalhar no garimpo do Suriname, país que até então desconhecia. Hoje, a partida de Jair em busca de ouro virou pesadelo para os seus familiares, moradores de Concórdia.
Eles não conseguiram mais contatá-lo após a violência contra brasileiros por quilombolas surinameses, na véspera do Natal.
Nascido em Mariano Moro, interior do Rio Grande do Sul, Jair morou desde os primeiros anos de vida em Concórdia. Em 1998, o filho de agricultores decidiu sair do país para melhorar de vida. Viajou com amigos e fixou-se em Albina, cidade do Suriname a 150 quilômetros da capital Paramaribo.
Foi lá que um grupo de garimpeiros brasileiros foi atacado com facões e explosões, e mulheres brasileiras estupradas por quilombolas surinameses revoltados com o assassinato de um compatriota. O autor do crime teria sido um brasileiro.
Irmã de Jair, a dona de casa Nelci Garghetti, 44 anos, diz que a família está aflita em Concórdia, pois fracassaram as tentativas de localizá-lo por telefone, internet e pelo Itamaraty, em Brasília. A última vez que a família conversou com Jair foi há mais de um ano.
O relato é que estava contente, casado e que havia adquirido bens com a atividade no garimpo. Por telefone, a embaixada do Brasil em Paramaribo informou que o seu nome não constava na lista dos brasileiros que foram socorridos ou que estariam desaparecidos.
O Itamaraty relatou que ele também não figura entre os 37 que retornaram ao Brasil em aviões enviados pela Força Aérea Brasileira. Não há informação se ele vive legalmente no Suriname.
Segundo o Itamaraty, a situação voltou a se normalizar em relação aos conflitos que ocorreram contra os brasileiros e os garimpeiros costumam ficar incomunicáveis e sem entrar em contato com a embaixada.
Eles não conseguiram mais contatá-lo após a violência contra brasileiros por quilombolas surinameses, na véspera do Natal.
Nascido em Mariano Moro, interior do Rio Grande do Sul, Jair morou desde os primeiros anos de vida em Concórdia. Em 1998, o filho de agricultores decidiu sair do país para melhorar de vida. Viajou com amigos e fixou-se em Albina, cidade do Suriname a 150 quilômetros da capital Paramaribo.
Foi lá que um grupo de garimpeiros brasileiros foi atacado com facões e explosões, e mulheres brasileiras estupradas por quilombolas surinameses revoltados com o assassinato de um compatriota. O autor do crime teria sido um brasileiro.
Irmã de Jair, a dona de casa Nelci Garghetti, 44 anos, diz que a família está aflita em Concórdia, pois fracassaram as tentativas de localizá-lo por telefone, internet e pelo Itamaraty, em Brasília. A última vez que a família conversou com Jair foi há mais de um ano.
O relato é que estava contente, casado e que havia adquirido bens com a atividade no garimpo. Por telefone, a embaixada do Brasil em Paramaribo informou que o seu nome não constava na lista dos brasileiros que foram socorridos ou que estariam desaparecidos.
O Itamaraty relatou que ele também não figura entre os 37 que retornaram ao Brasil em aviões enviados pela Força Aérea Brasileira. Não há informação se ele vive legalmente no Suriname.
Segundo o Itamaraty, a situação voltou a se normalizar em relação aos conflitos que ocorreram contra os brasileiros e os garimpeiros costumam ficar incomunicáveis e sem entrar em contato com a embaixada.
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