Fiesc se manifesta sobre possível extinção da Regional da Celesc
O vice-presidente da FIESC, para o Alto Uruguai Catarinense, Álvaro Luis de Mendonça, posicionou-se sobre a proposta do Governo do Estado de Santa Catarina de alterar o modelo organizacional da CELESC. Na prática, com a mudança, a Regional de Concórdia perderia o status de gerência, passando a ser subordinada a Chapecó. Mendonça pontua que não é contrário à política de enxugamento da máquina com redução de gastos, mas alerta que esse processo precisa ser feito com critério, uma vez que, em alguns casos, como o da Regional da Celesc de Concórdia, a proposta do Governo não se justifica.
O VP da FIESC lembra que a Agência Regional da CELESC de Concórdia é exemplo para o estado, pois presta um atendimento qualificado aos cidadãos, com eficiência e agilidade. Álvaro Luis de Mendonça argumenta que a Regional atende todos os municípios do Alto Uruguai e gera expressivos resultados econômicos à companhia. “Depois de muita luta, a CELESC investiu na Subestação II, proporcionando mais eficiência energética para toda a região. Agora, é preciso manter a Gerência Regional para que a companhia continue avançando no atendimento às crescentes demandas regionais”, assinala.
A notícia acerca da possível extinção da Regional de Concórdia gerou preocupação, tanto para o poder público, quanto para entidades, pois impacta negativamente no serviço que a CELESC vem prestando aos seus clientes, especialmente no meio rural, setor que impulsiona a economia de Concórdia e depende diretamente do fornecimento eficaz de energia para a excelência na produção.
A intenção é reivindicar ao Governo do Estado, acionista majoritário da CELESC, a desistência da mudança, argumentando os pontos positivos da permanência da Regional em Concórdia, que atualmente possui 13% do total da rede da estrutura estadual, indicando sua relevância, além da contrapartida que a população do município presta, pelos baixos índices de inadimplência.
(Fonte: PG Comunicação)