Antigas
Filha de Nora rompe o silêncio
A disputa política em Jaborá ganhou novos desdobramentos com a liminar da Justiça que afastou do cargo de professora a filha do prefeito de Jaborá, Luiz Nora. A decisão foi do juiz da comarca de Catanduvas, Rafael Borges. Uma ação civil pública foi ingressada pelo Ministério Público após denúncias de irregularidades.
O prefeito teria prorrogado um concurso público de forma ilegal para contratar a filha como servidora pública. JADINEI TEREZINHA NORA rompeu o silêncio na tarde de ontem. Em entrevista exclusiva à Rádio Catarinense, ela fala que ainda não foi notificada da decisão e afirma que se sente injustiçada:
Segundo a filha do prefeito de Jaborá, JADINEI NORA, não houve benefício no concurso público, pois conforme orientação da assessoria jurídica, o prazo poderia ser prorrogado por dois anos:
Jadinei Nora comentou que antes de ser aprovada como professora ela atuava como auxiliar administrativa. A decisão do juiz Rafael Borges aponta que a contratação de Jadinei Nora tem robustos indicativos de beneficiar a filha e, que seriam necessárias doses bem grandes de ingenuidade para não perceber a burla aos princípios da legalidade, impessoalidade e moralidade em todo esse período, pontua o magistrado.
O processo de cassação do prefeito deverá ser colocado em votação ainda neste mês de agosto em data a ser definida pela mesa diretora da Câmara. A comissão processante está finalizando o relatório que deverá recomendar a cassação em razão de possíveis irregularidades que teriam sido constatadas. O vereador VALDIR DECOL, DEM, membro da Comissão Processante, confirma que a investigação ainda não foi concluída e também que não está definida a data para votação do relatório.
Votação na Câmara
Para aprovar a cassação serão necessários 6 votos. A Câmara é formada por 9 vereadores, sendo 5 da oposição e quatro da bancada de situação. O fiel da balança seria o vereador Deoclécio Parisoto do PMDB, ex-secretário de Saúde, que rompeu com a administração este ano, logo após ser exonerado do cargo pelo prefeito Luiz Nora.
Procurado pela reportagem da Rádio Catarinense ele disse que ainda não definiu seu voto. Nas entrelinhas deu a entender que seguirá um posicionamento técnico, respeitando a princípio o relatório da comissão processante.
O prefeito teria prorrogado um concurso público de forma ilegal para contratar a filha como servidora pública. JADINEI TEREZINHA NORA rompeu o silêncio na tarde de ontem. Em entrevista exclusiva à Rádio Catarinense, ela fala que ainda não foi notificada da decisão e afirma que se sente injustiçada:
Segundo a filha do prefeito de Jaborá, JADINEI NORA, não houve benefício no concurso público, pois conforme orientação da assessoria jurídica, o prazo poderia ser prorrogado por dois anos:
Jadinei Nora comentou que antes de ser aprovada como professora ela atuava como auxiliar administrativa. A decisão do juiz Rafael Borges aponta que a contratação de Jadinei Nora tem robustos indicativos de beneficiar a filha e, que seriam necessárias doses bem grandes de ingenuidade para não perceber a burla aos princípios da legalidade, impessoalidade e moralidade em todo esse período, pontua o magistrado.
O processo de cassação do prefeito deverá ser colocado em votação ainda neste mês de agosto em data a ser definida pela mesa diretora da Câmara. A comissão processante está finalizando o relatório que deverá recomendar a cassação em razão de possíveis irregularidades que teriam sido constatadas. O vereador VALDIR DECOL, DEM, membro da Comissão Processante, confirma que a investigação ainda não foi concluída e também que não está definida a data para votação do relatório.
Votação na Câmara
Para aprovar a cassação serão necessários 6 votos. A Câmara é formada por 9 vereadores, sendo 5 da oposição e quatro da bancada de situação. O fiel da balança seria o vereador Deoclécio Parisoto do PMDB, ex-secretário de Saúde, que rompeu com a administração este ano, logo após ser exonerado do cargo pelo prefeito Luiz Nora.
Procurado pela reportagem da Rádio Catarinense ele disse que ainda não definiu seu voto. Nas entrelinhas deu a entender que seguirá um posicionamento técnico, respeitando a princípio o relatório da comissão processante.
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