Antigas
Folha de SP dá destaque para atentado em Jaborá
A Câmara Municipal de Jaborá (455 km a oeste de Florianópolis) foi atingida por um incêndio na madrugada desta quarta-feira (9), um dia antes dos vereadores votarem um pedido de cassação do prefeito e do vice da cidade.
Segundo a Polícia Militar, há suspeita de que o fogo tenha sido criminoso e de que coquetéis molotov (garrafas com líquido inflamável) foram atirados contra as janelas da Câmara.
De acordo com a Câmara, o incêndio atingiu quatro salas do prédio, danificando computadores e arquivos. O prédio não sofreu avarias estruturais.
Ainda de acordo com a Câmara, a sessão para julgar o pedido de cassação do prefeito Luiz Nora (PMDB) e do seu vice, Barcelides Nicolli (PMDB), ainda está marcada para a manhã de quinta-feira (10). Ainda não foi decidido qual será o local de votação.
A cidade tem nove vereadores. Para aprovar o pedido de cassação, são necessários os votos de seis deles (dois terços).
Na segunda-feira (7), dois vereadores chegaram a brigar fisicamente na Câmara durante uma sessão que discutiu o afastamento do prefeito. Os dois registraram boletim de ocorrência na delegacia da cidade.
O prefeito Nora é alvo de uma ação do Ministério Público que o acusa de fraudar um concurso público, prorrogando o prazo da realização para beneficiar uma filha. A ação serviu de base para o pedido de cassação proposto por um grupo de vereadores contra o prefeito e o vice.
Procurado pela reportagem, o prefeito Nora disse que a ação dos vereadores é uma "perseguição" e que não houve nada de errado na realização do concurso público que terminou com a nomeação da sua filha.
"Eles [os vereadores] querem sentar numa cadeira que o povo não deu pra eles", disse Nora. O prefeito também disse que lamenta o incêndio e que espera que o eventual responsável seja punido.
Segundo a Polícia Militar, há suspeita de que o fogo tenha sido criminoso e de que coquetéis molotov (garrafas com líquido inflamável) foram atirados contra as janelas da Câmara.
De acordo com a Câmara, o incêndio atingiu quatro salas do prédio, danificando computadores e arquivos. O prédio não sofreu avarias estruturais.
Ainda de acordo com a Câmara, a sessão para julgar o pedido de cassação do prefeito Luiz Nora (PMDB) e do seu vice, Barcelides Nicolli (PMDB), ainda está marcada para a manhã de quinta-feira (10). Ainda não foi decidido qual será o local de votação.
A cidade tem nove vereadores. Para aprovar o pedido de cassação, são necessários os votos de seis deles (dois terços).
Na segunda-feira (7), dois vereadores chegaram a brigar fisicamente na Câmara durante uma sessão que discutiu o afastamento do prefeito. Os dois registraram boletim de ocorrência na delegacia da cidade.
O prefeito Nora é alvo de uma ação do Ministério Público que o acusa de fraudar um concurso público, prorrogando o prazo da realização para beneficiar uma filha. A ação serviu de base para o pedido de cassação proposto por um grupo de vereadores contra o prefeito e o vice.
Procurado pela reportagem, o prefeito Nora disse que a ação dos vereadores é uma "perseguição" e que não houve nada de errado na realização do concurso público que terminou com a nomeação da sua filha.
"Eles [os vereadores] querem sentar numa cadeira que o povo não deu pra eles", disse Nora. O prefeito também disse que lamenta o incêndio e que espera que o eventual responsável seja punido.
Enquete
Clima
Tempo em Concórdia-SC
Umidade:
Vento:
Antigas