Antigas
Fuga e preocupação
O presidente da Associação de Moradores de Fragosos, Gentil Matiollo, está preocupado com as fugas no Centro de Internamento Provisório de Concórdia. Ele afirma que a população que mora próximo está assustada com a frequentes fugas registradas. Ontem foram sete, porém ele revela que há alguns dias outros dois também fugiram do local.
Matiollo ressalta que os moradores temem que algum adolescente possa invadir as residências. "E se eles (adolescentes) pegam carros e fogem", explica. Todos que moram próximos do CIP estão preocupados. Matiollo pretende se reunir com os moradores para buscar uma alternativa e encaminhar propostas para as lideranças políticas.
A fuga
"Foi um momento de terror e pânico" na fuga do CIP Hélio Fasbinder, funcionário da ONG/Betânia, estava no Centro de Internamento Provisório de Concórdia no momento da fuga dos adolescentes. Ele afirma que aguardava em uma sala com uma professora, momento em que um dos adolescentes rendeu um monitor com uma espécie de "gravata".
Dos 10 internos, sete que estavam no local acabaram fugindo do Centro de Internamento Provisório, por volta das 13h30. Seis foram apreendidos pela Polícia Militar durante trabalho realizado pelo interior do município com várias viaturas e reforço de efetivo.
Fasbinder afirma que foram momentos de terror e pânico. "Começou uma gritaria e quando a gente se deu por conta o monitor havia sido rendido e fechado em um dos quartos", conta. Fasbinder revela ainda que o monitor foi feito refém no momento em que estava liberando os internos dos quartos.
"Foi um momento de terror e pânico", reitera. Depois os sete adolescentes pediram a chave do portão principal para fugir. "Eu entreguei, para garantir a integridade física de todos". Fasbinder pontua ainda que quatro pessoas estavam no CIP no momento da fuga. Dois educadores, uma professora e ele que trabalha como motorista.
ONG/Betânia se posiciona
O presidente da ONG/Betânia, Ismael Batista, afirma que no momento da fuga os monitores tiveram que garantir a sua integridade física. "Essa é uma orientação que recebemos também dos nossos superiores", pontua.
De acordo com Batista, a resistência em liberar os adolescentes poderia ter provocado problemas mais graves. Ele afirma que apesar da ampliação na segurança do Centro de Internamento Provisório, em casos de rendição de monitor é muito difícil evitar a fuga.
A ONG/Betânia reitera que todos os profissionais que estão trabalhando no CIP são qualificados e passaram por treinamento.
Matiollo ressalta que os moradores temem que algum adolescente possa invadir as residências. "E se eles (adolescentes) pegam carros e fogem", explica. Todos que moram próximos do CIP estão preocupados. Matiollo pretende se reunir com os moradores para buscar uma alternativa e encaminhar propostas para as lideranças políticas.
A fuga
"Foi um momento de terror e pânico" na fuga do CIP Hélio Fasbinder, funcionário da ONG/Betânia, estava no Centro de Internamento Provisório de Concórdia no momento da fuga dos adolescentes. Ele afirma que aguardava em uma sala com uma professora, momento em que um dos adolescentes rendeu um monitor com uma espécie de "gravata".
Dos 10 internos, sete que estavam no local acabaram fugindo do Centro de Internamento Provisório, por volta das 13h30. Seis foram apreendidos pela Polícia Militar durante trabalho realizado pelo interior do município com várias viaturas e reforço de efetivo.
Fasbinder afirma que foram momentos de terror e pânico. "Começou uma gritaria e quando a gente se deu por conta o monitor havia sido rendido e fechado em um dos quartos", conta. Fasbinder revela ainda que o monitor foi feito refém no momento em que estava liberando os internos dos quartos.
"Foi um momento de terror e pânico", reitera. Depois os sete adolescentes pediram a chave do portão principal para fugir. "Eu entreguei, para garantir a integridade física de todos". Fasbinder pontua ainda que quatro pessoas estavam no CIP no momento da fuga. Dois educadores, uma professora e ele que trabalha como motorista.
ONG/Betânia se posiciona
O presidente da ONG/Betânia, Ismael Batista, afirma que no momento da fuga os monitores tiveram que garantir a sua integridade física. "Essa é uma orientação que recebemos também dos nossos superiores", pontua.
De acordo com Batista, a resistência em liberar os adolescentes poderia ter provocado problemas mais graves. Ele afirma que apesar da ampliação na segurança do Centro de Internamento Provisório, em casos de rendição de monitor é muito difícil evitar a fuga.
A ONG/Betânia reitera que todos os profissionais que estão trabalhando no CIP são qualificados e passaram por treinamento.
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