Antigas
Furlan diz que fusão não irá mudar em Concórdia
O presidente da Brasil Foods, Luiz Fernando Furlan, está nos Estados Unidos, porém acompanha atentamente os encaminhamentos do CADE no Brasil. Ele afirma que ficou satisfeito com a decisão, mas diz que "foi um golpe duro", se referindo aos negócios que a companhia terá que vender.
No contato rápido com o departamento de jornalismo da Rádio Aliança - Furlan disse que as unidades da empresa Sadia em Concórdia e Chapecó não terão nenhum tipo de mudança e as atividades irão continuar normais.
SADIA se manifesta
A Brasil Foods avaliou como muito boa a decisão do Conselho Administratrivo de Defesa Econômica (Cade), que aprovou com restrições a fusão da Sadia com a Perdigão, operação que deu origem à nova companhia.
"Não foi uma imposição dolorida. Foi razoável e atendeu nossas expectativas e também as do órgão antitruste", afirmou José Antônio Fay, presidente da Brasil Foods, em encontro com jornalistas nesta quarta-feira (13/7).
Dentre as restrições impostas pelo Cade, estão a venda de diversas marcas, bem como de fábricas e centros de distribuição. A Brasil Foods também deverá suspender a atuação das marcas Perdigão e Batavo em algumas categorias de produtos.
O impacto dessas restrições será de cerca de 3 bilhões de reais no faturamento da companhia. Segundo Fay, o valor não é uma perda para companhia, uma vez que a venda dos ativos vai engordar o caixa da Brasil Foods.
"Não estamos perdendo nada. Estamos ganhando. Tenho interesse de vender o mais rápido possível nossas marcas, pois queremos investir em outras categorias", disse.
A Brasil Foods, no entanto, colocará em prática as decisões do Cade somente a partir do próximo ano. "Precisamos desse tempo para organizar nossas operações", disse o executivo.
No contato rápido com o departamento de jornalismo da Rádio Aliança - Furlan disse que as unidades da empresa Sadia em Concórdia e Chapecó não terão nenhum tipo de mudança e as atividades irão continuar normais.
SADIA se manifesta
A Brasil Foods avaliou como muito boa a decisão do Conselho Administratrivo de Defesa Econômica (Cade), que aprovou com restrições a fusão da Sadia com a Perdigão, operação que deu origem à nova companhia.
"Não foi uma imposição dolorida. Foi razoável e atendeu nossas expectativas e também as do órgão antitruste", afirmou José Antônio Fay, presidente da Brasil Foods, em encontro com jornalistas nesta quarta-feira (13/7).
Dentre as restrições impostas pelo Cade, estão a venda de diversas marcas, bem como de fábricas e centros de distribuição. A Brasil Foods também deverá suspender a atuação das marcas Perdigão e Batavo em algumas categorias de produtos.
O impacto dessas restrições será de cerca de 3 bilhões de reais no faturamento da companhia. Segundo Fay, o valor não é uma perda para companhia, uma vez que a venda dos ativos vai engordar o caixa da Brasil Foods.
"Não estamos perdendo nada. Estamos ganhando. Tenho interesse de vender o mais rápido possível nossas marcas, pois queremos investir em outras categorias", disse.
A Brasil Foods, no entanto, colocará em prática as decisões do Cade somente a partir do próximo ano. "Precisamos desse tempo para organizar nossas operações", disse o executivo.
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