Antigas
Greve dos bancários
A proposta apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), em mais uma rodada de negociação ontem (20) com o Comando Nacional dos Bancários, em São Paulo, foi considerada insuficiente, com isso todos os sindicatos do país foram orientados a realizar assembleia na próxima quinta-feira (22) para rejeitar a proposta e deflagrar greve nacional a partir da próxima terça-feira (27).
Uma nova negociação foi agendada com a Fenaban para sexta-feira (23), para dar continuidade as discussões. Na segunda-feira (26), novas assembleias deverão ser realizadas para definir os rumos do movimento. A presidente do Sindicato dos Bancários de Concórdia, Sonia Hack, lamenta a forma que os banqueiros estão conduzindo as negociações, " eles rejeitaram a pauta apresentada pelos bancários e agora apresentam uma proposta vergonhosa, nós mostramos disposição para dialogar, mas a intransigência dos banqueiros nos encaminha para greve", explica Sonia Hack.
Os bancários reivindicam reajuste de 12,8% no salário (inflação do período mais aumento real de 5%) e R$ 545 para cada uma dessas verbas. A proposta apresentada pela Fenaban é o reajuste de 7,8% sobre os salários e as demais verbas (vale-refeição, cesta-alimentação, auxílio creche/baba, dentre outras), isso equivale a apenas 0,37% de aumento acima da inflação medida pelo INPC do período.
Segundo o coordenador do Comando Nacional dos Bancários Carlos Cordeiro, a reivindicação dos bancários é justa em face dos altíssimos ganhos das empresas. De acordo com os dados do Dieese, o setor financeiro apresentou o terceiro maior crescimento na economia nacional na comparação entre o segundo trimestre de 2011 com o mesmo período de 2010. Para ter uma ideia, a intermediação financeira cresceu 4,5% no período, enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) do país atingiu 3,1%.
A proposta apresentada também não contempla o fim das metas abusivas e várias reivindicações relativas à saúde. Os trabalhadores cobraram a instalação de biombos para garantir privacidade aos clientes e coibir o crime de "saidinha de banco". As empresas não apresentaram proposta a respeito.
Negociações específicas - Em paralelo acontecem as negociações específicas do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Ontem foi realizada negociação entre o Comando Nacional dos Bancários e o Banco do Brasil não apresentou propostas para as reivindicações específicas debatidas e deliberadas pelos funcionários. O banco afirmou ainda que acompanhará os resultados da mesa principal de negociação com a Fenaban, que debate a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos bancários.
Uma nova negociação foi agendada com a Fenaban para sexta-feira (23), para dar continuidade as discussões. Na segunda-feira (26), novas assembleias deverão ser realizadas para definir os rumos do movimento. A presidente do Sindicato dos Bancários de Concórdia, Sonia Hack, lamenta a forma que os banqueiros estão conduzindo as negociações, " eles rejeitaram a pauta apresentada pelos bancários e agora apresentam uma proposta vergonhosa, nós mostramos disposição para dialogar, mas a intransigência dos banqueiros nos encaminha para greve", explica Sonia Hack.
Os bancários reivindicam reajuste de 12,8% no salário (inflação do período mais aumento real de 5%) e R$ 545 para cada uma dessas verbas. A proposta apresentada pela Fenaban é o reajuste de 7,8% sobre os salários e as demais verbas (vale-refeição, cesta-alimentação, auxílio creche/baba, dentre outras), isso equivale a apenas 0,37% de aumento acima da inflação medida pelo INPC do período.
Segundo o coordenador do Comando Nacional dos Bancários Carlos Cordeiro, a reivindicação dos bancários é justa em face dos altíssimos ganhos das empresas. De acordo com os dados do Dieese, o setor financeiro apresentou o terceiro maior crescimento na economia nacional na comparação entre o segundo trimestre de 2011 com o mesmo período de 2010. Para ter uma ideia, a intermediação financeira cresceu 4,5% no período, enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) do país atingiu 3,1%.
A proposta apresentada também não contempla o fim das metas abusivas e várias reivindicações relativas à saúde. Os trabalhadores cobraram a instalação de biombos para garantir privacidade aos clientes e coibir o crime de "saidinha de banco". As empresas não apresentaram proposta a respeito.
Negociações específicas - Em paralelo acontecem as negociações específicas do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Ontem foi realizada negociação entre o Comando Nacional dos Bancários e o Banco do Brasil não apresentou propostas para as reivindicações específicas debatidas e deliberadas pelos funcionários. O banco afirmou ainda que acompanhará os resultados da mesa principal de negociação com a Fenaban, que debate a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos bancários.
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