Antigas
Greve nos bancos
Os bancários aprovaram a greve nacional da categoria na última quinta-feira (22). Nesta segunda-feira à noite, em assembleia organizativa, rejeitaram a proposta de 8% de reajuste salarial apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e mantiveram a posição de deflagrar greve a partir de amanhã. A greve inicia amanhã (27) por tempo indeterminado nas agências da Caixa Econômica Federal, BB Besc, HSBC e Santander de Concórdia. O auto-atendimento não será alterado. A tendência é que outras agências de Concórdia e Seara entrem em greve nesta semana.
As assembleias foram realizadas em todo país, a mesma decisão foi tomada pelos Sindicatos dos Bancários de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Brasília, Porto Alegre, Curitiba, Campo Grande, Mato Grosso, da Paraíba, de Alagoas, do Ceará, do Piauí, Espírito Santo, de Campinas, Piracicaba, Juiz de Fora, Dourados e Vitória da Conquista e em Santa Catarina, conforme levantamento feito até às 20h30.
A presidente do Sindicato dos Bancários de Concórdia e Região, Sonia Hack, afirma que as propostas não avançaram e a categoria aguarda novas rodadas de negociação. "Não aceitamos de forma alguma o reajuste correspondente a inflação, diante dos grandes lucros que os bancos tiveram precisamos avançar", afirma.
Através da greve, a categoria pretende pressionar de forma unificada o andamento das negociações para não interferir no atendimento aos clientes. "Precisamos dar o recado para que a negociação que iniciou em 12 de agosto não se arraste por mais muito tempo", destaca a presidente. O índice de 8% significa um aumento real de 0,56%, a categoria reivindica 12,8% (5% de ganho real mais a inflação). A proposta também não contempla a valorização do piso da categoria e não aumenta a Participação nos Lucros e Resultados (PLR).
As assembleias foram realizadas em todo país, a mesma decisão foi tomada pelos Sindicatos dos Bancários de São Paulo, do Rio de Janeiro, de Brasília, Porto Alegre, Curitiba, Campo Grande, Mato Grosso, da Paraíba, de Alagoas, do Ceará, do Piauí, Espírito Santo, de Campinas, Piracicaba, Juiz de Fora, Dourados e Vitória da Conquista e em Santa Catarina, conforme levantamento feito até às 20h30.
A presidente do Sindicato dos Bancários de Concórdia e Região, Sonia Hack, afirma que as propostas não avançaram e a categoria aguarda novas rodadas de negociação. "Não aceitamos de forma alguma o reajuste correspondente a inflação, diante dos grandes lucros que os bancos tiveram precisamos avançar", afirma.
Através da greve, a categoria pretende pressionar de forma unificada o andamento das negociações para não interferir no atendimento aos clientes. "Precisamos dar o recado para que a negociação que iniciou em 12 de agosto não se arraste por mais muito tempo", destaca a presidente. O índice de 8% significa um aumento real de 0,56%, a categoria reivindica 12,8% (5% de ganho real mais a inflação). A proposta também não contempla a valorização do piso da categoria e não aumenta a Participação nos Lucros e Resultados (PLR).
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