Antigas
Gritti cobra explicação do Ministério Público em Itá
O prefeito de Itá, Egídio Gritti, encaminhou nesta quinta-feira (07) um pedido de informações ao Ministério Público sobre quais foram as providências tomadas até agora pelo órgão em relação aos problemas verificados pela auditoria realizada em 2009. O prefeito solicita também cópia do ofício encaminhado ao Tribunal de Contas do Estado, onde o então promotor Marcelo Neto Campos informa ao jornal Folha Sete, de Seara, na edição de 26 de março, que encaminhou consulta ao TCE, mas que o mesmo ainda não havia se manifestado.
Na mesma reportagem o promotor comenta que "se houve ilegalidades na auditoria levantada, ele mesmo (o prefeito) poderia ter entrado com uma ação para resgatar aos cofres públicos os valores R$ 4 milhões, que ele está dizendo que foi desviado". O prefeito Egídio Gritti questiona: "Então porque o Ministério Público pediu cópia da auditoria?". E mais, o prefeito lembra que providências vêm sendo tomadas pelo Controle Interno do Poder Executivo, e que a administração esperava que no mínimo o MP se manifestasse, afinal a auditoria fora entregue em 17 de março de 2010, portanto há exatamente um ano.
Gritti pede ainda que o Ministério Público informe se existe uma ordem de apuração dos fatos contra sua administração, uma vez que outras reclamações apresentadas posteriormente a entrega de cópia da auditoria, já tiveram apurações iniciadas. "Continuo afirmando que acho muito estranho o MP não ter nos dados nenhuma informação sobre o que fez com a auditoria, e somente depois de um ano ter questionado a contratação da empresa que fez o serviço. Por que não houve esse questionamento antes?, disse o prefeito.
Egídio Gritti recebeu na última quarta-feira (06) a notificação do Poder Judiciário sobre a Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público da Comarca de Itá acerca da contratação de serviço de auditoria realizada em 2009. O MP alega que Alceone Muller (sócio da Works Treinamentos e Consultoria Ltda) e Irmgard Maristela Strauss (ex-secretária de Administração e Fazenda) mantinham relação estável quando ocorreu a contratação do serviço, segundo atestam declarações das testemunhas Nilo José Debarba, Amilton Clóvis Strewicik e Célio Roberto Streck.
O juiz Fernando Orestes Rigoni informou na notificação enviado ao prefeito de Itá, que o pedido liminar do Ministério Público será apreciado após as manifestações das partes envolvidas num prazo de 15 dias, contado a partir de 06 de abril. A Assessoria Jurídica da prefeitura esclarece que o pedido de liminar do MP não impõe ao prefeito o afastamento, nem a perda do cargo, como a oposição tem propalado no município.
Na mesma reportagem o promotor comenta que "se houve ilegalidades na auditoria levantada, ele mesmo (o prefeito) poderia ter entrado com uma ação para resgatar aos cofres públicos os valores R$ 4 milhões, que ele está dizendo que foi desviado". O prefeito Egídio Gritti questiona: "Então porque o Ministério Público pediu cópia da auditoria?". E mais, o prefeito lembra que providências vêm sendo tomadas pelo Controle Interno do Poder Executivo, e que a administração esperava que no mínimo o MP se manifestasse, afinal a auditoria fora entregue em 17 de março de 2010, portanto há exatamente um ano.
Gritti pede ainda que o Ministério Público informe se existe uma ordem de apuração dos fatos contra sua administração, uma vez que outras reclamações apresentadas posteriormente a entrega de cópia da auditoria, já tiveram apurações iniciadas. "Continuo afirmando que acho muito estranho o MP não ter nos dados nenhuma informação sobre o que fez com a auditoria, e somente depois de um ano ter questionado a contratação da empresa que fez o serviço. Por que não houve esse questionamento antes?, disse o prefeito.
Egídio Gritti recebeu na última quarta-feira (06) a notificação do Poder Judiciário sobre a Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público da Comarca de Itá acerca da contratação de serviço de auditoria realizada em 2009. O MP alega que Alceone Muller (sócio da Works Treinamentos e Consultoria Ltda) e Irmgard Maristela Strauss (ex-secretária de Administração e Fazenda) mantinham relação estável quando ocorreu a contratação do serviço, segundo atestam declarações das testemunhas Nilo José Debarba, Amilton Clóvis Strewicik e Célio Roberto Streck.
O juiz Fernando Orestes Rigoni informou na notificação enviado ao prefeito de Itá, que o pedido liminar do Ministério Público será apreciado após as manifestações das partes envolvidas num prazo de 15 dias, contado a partir de 06 de abril. A Assessoria Jurídica da prefeitura esclarece que o pedido de liminar do MP não impõe ao prefeito o afastamento, nem a perda do cargo, como a oposição tem propalado no município.
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