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Homem confessa homicídio e diz que não se arrepende

Data 17/09/2010 às 07:32
Edivar atirou contra Cristian Moreira e contou à Rádio Aliança detalhes do crime violento em Concórdia no mês de julho
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Um assassinato a sangue frio, sem chances de defesa à vítima e premeditado. Foi assim o crime que chocou os moradores do bairro Imigrantes, em 15 de julho, por volta das 20h. Cristian Moreira, 19 anos, foi executado com dois tiros e não resistiu. Ele foi alvejado na cabeça e no peito por Edivar José da Luz, que chegou ontem ao Presídio Regional de Concórdia.

O acusado rompeu o silêncio e confessou o crime em entrevista à Rádio Aliança. Edivar disse que não está arrependido e matou para vingar o seu cunhado e honrar a sua integridade moral. A vítima estava se relacionando com a ex-companheira de Ademir Kacanoski, que continua preso em Erechim (RS). Sem mostrar arrependimento Edivar contou que adulterou a placa da motocicleta e comprou um revólver por R$ 800 para cometer o assassinato.

"Eu tinha dinheiro, fui a um bairro de Erechim e comprei um 38 quatro polegadas e seis tiros", revelou. A arma foi apreendida pela Polícia Rodoviária Federal durante a prisão da dupla, após ser flagrada, próximo a Erechim, BR-153. O confesso revelou também que estava em Concórdia desde o início da manhã, mas preferiu consumar o crime somente à noite.

Segundo o acusado, o rapaz de Concórdia foi morto quando retornava para casa juntamente com pais. "Eu coloquei uma toca e fui falar com ele. Quando ele olhou, eu disparei. Ele caiu contra umas grandes da uma casa e eu já fui em cima e alvejei pela segunda vez". Na fuga, os dois acusados de cometer o homicídio passaram pelo posto do Estreito (BR-153) e não foram identificados.

"Eu não me arrependo porque ele mexeu com a minha mulher. É a mesma coisa que mexer com alguém da minha família". Edivar afirma que disparou contra a vítima devido o seu cunhado não ter coragem. "Meu cunhado não tinha coragem de disparar, mas já que eu estava no veneno eu peguei e fiz o serviço". Sobre o arrependimento o acusado disparou. "Eu não tenho dó de matar ninguém. O cara fez a coisa errada".

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