Antigas
Homicídio e júri popular
O juíz Fernando Machado Carboni aceitou a denúncia contra o ajudante de produção Júlio Fernando Huff e pronunciou nesta terça-feira, dia 07, que ele será submetido a Júri Popular na Comarca de Capinzal. O magistrado concedeu ao réu o direito de recorrer em liberdade por causa da ausência de no processo de elementos concretos que indiquem a necessidade da prisão preventiva. Huff, que mora em Concórdia, é acusado de matar o metalúrgico Adriano Thomé no dia 1º de Maio de 2004. O crime aconteceu no bairro Colina em Capinzal. Thomé foi assassinado com uma facada no peito, depois de uma briga em via pública. Dois dias depois do crime o suspeito se apresentou na Delegacia de Polícia da Comarca e foi liberado.
No dia dos fatos, por volta das 19 horas, Huff teria acompanhado os familiares da namorada até a capela do bairro Colina para participar de uma missa. Antes de entrarem na igreja, o acusado e o sogro teriam sido ofendidos e ameaçados por Adriano Thomé e por outras oito pessoas que estavam com ele em um bar. Ao final da celebração, quando Huff retornava para casa teria sido abordado por Thomé e seus companheiros. A vítima teria agredido Huff e o sogro, Ernesto Paulo Schumann.
Apesar da agressão, eles conseguiram escapar e se abrigar em casa. Não satisfeito com a intimidação, Thomé se postou em frente à residência de Ernesto Schumann e proferiu novas ameaças. Adriano tentava impedir que Schumann e os seus familiares entrassem no carro e se dirigissem até a Delegacia para registrar a ocorrência. O metalúrgico teria investido novamente com uma pedra contra o sogro do acusado. Julio teria implorado para que a vítima parasse com aquilo. Esgotadas todas as tentativas de livrar o sogro, Huff apanhou uma faca que estava na garagem e desferiu um golpe na altura do peito da vítima. A facada atingiu o coração de Thomé que deu alguns passos e caiu. Depois do crime, Huff voltou para Concórdia e só retornou a Capinzal para prestar depoimento. Em seguida ele foi liberado. A advogada Fabiana Matzenbacher é quem faz a defesa do réu. (Michel Teixeira)
No dia dos fatos, por volta das 19 horas, Huff teria acompanhado os familiares da namorada até a capela do bairro Colina para participar de uma missa. Antes de entrarem na igreja, o acusado e o sogro teriam sido ofendidos e ameaçados por Adriano Thomé e por outras oito pessoas que estavam com ele em um bar. Ao final da celebração, quando Huff retornava para casa teria sido abordado por Thomé e seus companheiros. A vítima teria agredido Huff e o sogro, Ernesto Paulo Schumann.
Apesar da agressão, eles conseguiram escapar e se abrigar em casa. Não satisfeito com a intimidação, Thomé se postou em frente à residência de Ernesto Schumann e proferiu novas ameaças. Adriano tentava impedir que Schumann e os seus familiares entrassem no carro e se dirigissem até a Delegacia para registrar a ocorrência. O metalúrgico teria investido novamente com uma pedra contra o sogro do acusado. Julio teria implorado para que a vítima parasse com aquilo. Esgotadas todas as tentativas de livrar o sogro, Huff apanhou uma faca que estava na garagem e desferiu um golpe na altura do peito da vítima. A facada atingiu o coração de Thomé que deu alguns passos e caiu. Depois do crime, Huff voltou para Concórdia e só retornou a Capinzal para prestar depoimento. Em seguida ele foi liberado. A advogada Fabiana Matzenbacher é quem faz a defesa do réu. (Michel Teixeira)
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