Antigas
Ipirense é absolvido
Júri popular absolveu Faustino José da Silva. Ele respondia por dupla tentativa de homicídio e prática de delito tipificado como motivo torpe e recurso que dificulte ou torne impossível a defesa da vítima.
Consta nos autos que no dia 21 de fevereiro de 2004, por volta das 21h, quando Faustino, armado com um revólver calibre 38 e inconformado com o relacionamento amoroso de sua ex-mulher, Lorena Rosa da Silva com Rodson Isidoro da Silva, intencionado em matá-los, dirigiu-se até a residência de Lorena, situada na Rua Colombo Machado Salles, 790, município de Ipira, de quem era vizinho.
Então, o réu atravessou um terreno baldio que separava as duas casas, passou pelos fundos da residência e entrou pela garagem. Lá estava Rodson limpando uns peixes, quando levou dois tiros que causaram lesões corporais.
Logo em seguida, a vítima Lorena apareceu na garagem e Faustino também desferiu um tiro contra a mesma. Na sequência, Silva atingiu sua própria cabeça com um tiro. Porém, o denunciado não atingiu seu objetivo de matá-los e posteriormente tentou cometer suicídio, então, Lorena conseguiu pedir socorro e todos tiveram pronto atendimento médico. O réu respondeu o processo em liberdade aguardando o julgamento.
Atuou na acusação a promotora de justiça de Capinzal Carla Bardio Meireles Menegoto, na defesa do réu a advogada Ângela Filipini. O júri foi presidido pelo juiz Fernando Machado Carboni.
Consta nos autos que no dia 21 de fevereiro de 2004, por volta das 21h, quando Faustino, armado com um revólver calibre 38 e inconformado com o relacionamento amoroso de sua ex-mulher, Lorena Rosa da Silva com Rodson Isidoro da Silva, intencionado em matá-los, dirigiu-se até a residência de Lorena, situada na Rua Colombo Machado Salles, 790, município de Ipira, de quem era vizinho.
Então, o réu atravessou um terreno baldio que separava as duas casas, passou pelos fundos da residência e entrou pela garagem. Lá estava Rodson limpando uns peixes, quando levou dois tiros que causaram lesões corporais.
Logo em seguida, a vítima Lorena apareceu na garagem e Faustino também desferiu um tiro contra a mesma. Na sequência, Silva atingiu sua própria cabeça com um tiro. Porém, o denunciado não atingiu seu objetivo de matá-los e posteriormente tentou cometer suicídio, então, Lorena conseguiu pedir socorro e todos tiveram pronto atendimento médico. O réu respondeu o processo em liberdade aguardando o julgamento.
Atuou na acusação a promotora de justiça de Capinzal Carla Bardio Meireles Menegoto, na defesa do réu a advogada Ângela Filipini. O júri foi presidido pelo juiz Fernando Machado Carboni.
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