Justiça: Empresário ficará preso
A Justiça de Campos Novos negou pedido de liberdade provisória para o empresário Adão Bugança, indiciado por homicídio culposo. Ele está recolhido na Penitenciária de Campos Novos depois de disparar acidentalmente contra a sua esposa, Mariazinha Carpegiani. Ela morreu antes da chegada dos Bombeiros em uma fazenda no interior de Campos Novos.
O pedido foi feito pelo advogado Luiz Henrique Pille que disse em entrevista à Rádio Aliança/AM que não existem motivos para deixar Bugança preso. Ele tem residência fixa e trabalha.
Com a decisão de primeira instância, mantendo o concordiense preso, uma das alternativas será de ingressar com recurso no Tribunal de Justiça de Santa Catarina. Pille deve protocolar um habeas corpus ainda nessa semana.
No despacho o juiz afirma "que o indiciado é agressivo e violento, diante dos diversos episódios em que se envolveu, a exemplo de um dos mais graves, em que foi denunciado por ter agredido e ameaçado duas pessoas, portando arma de fogo".
Explica ainda o magistrado que "a posse de arma de fogo, aliada à personalidade agressiva e má conduta social, são circunstâncias suficientes para ratificação dos fundamentos da prisão, objetivando a manutenção da ordem pública".