Antigas
Maltauro: Marcado o júri
A Rádio Aliança confirmou em primeira mão a informação ainda na sexta-feira, dia 8
Sirlei Boiani, Claudemir Borstel, Rafael Gäertner, Ronei Streit e Ivonei Fischer, estarão no banco dos réus no próximo dia 10 de junho, a partir das 9h, no Fórum de Comarca de Concórdia. A decisão foi publicada na sexta-feira, dia 8, pelo juiz substituto Rafael Steffen da Luz Fontes. Todos têm envolvimento no assassinato do agricultor Emídio Maltauro, em Barra do Tigre, interior de Concórdia. Em anexo a decisão na integra da Justiça de Concórdia.
Segundo relata a denúncia, o crime teria ocorrido em virtude de um relacionamento extraconjugal mantido entre o acusado Claudemir Borstel e a acusada Sirlei Boiani, esposa da vítima, a qual estava insatisfeita com o seu casamento.
No relato feito pelo Ministério Público, em 2008, Sirlei Boiani procurou o acusado Pedro Menegat, e com dinheiro fornecido por Claudemir Borstel, encomendou um revólver calibre 32, tendo obtido a referida arma no mês de março de 2009 em Peritiba. De posse da arma, seguiram-se duas tentativas de homicídio contra a vítima Emídio Maltauro, as quais teriam sido arquitetadas pelo casal de amantes.
A primeira tentativa de homicídio ocorreu no dia 24 maior de 2009, por volta das 2 horas da manhã, quando a vítima chegava em sua residência. Participaram da ação, Claudemir Borstel e Rafael Gäertner e um menor de idade.
A segunda tentativa ocorreu entre os meses de março e dezembro de 2009. Um menor de posse do revólver calibre 32 fornecido por Sirlei, se dirigiu com uma motocicleta até Barra do Tigre e com apoio de Diego da Silva na condução efetuou vários disparos, porém sem êxito.
Somente na terceira tentativa, no dia 3 de janeiro de 2010, o agricultor Emídio Maltauro foi assassinato. A acusada Sirlei Boiani avisou seu amante Claudemir Borstel que a vítima estaria em casa acompanhado somente pelo filho de 10 anos. Na oportunidade, Sirlei pediu para que Claudemir realizasse o serviço, ou seja, o homicídio, mas que o filho do casal não deveria sofrer nenhum tipo de violência.
Segundo ainda a denúncia, os quatro envolvidos no assassinato invadiram a casa de Maltauro, encapuzados, e também de posse de barras de ferro. Claudemir e Ronei teriam arrombado a porta, momento que a vítima estava dormindo. Os dois foram até o quarto quando Ronei disparou dois tiros na cabeça de Maltauro com o revólver calibre 32. Claudemir desferiu sete pancadas na cabeça da vítima com uma barra de ferro.
Já Ivonei Fischer e o adolescente ficaram fora do quarto para garantir o sucesso da operação. De acordo com o Ministério Público, a crime foi triplamente qualificado, por motivo torpe, sem que a vítima tivesse chances de defesa e por meio cruel. Os envolvidos também devem ser julgados por corrupção de menores e porte ilegal de arma.
Segundo relata a denúncia, o crime teria ocorrido em virtude de um relacionamento extraconjugal mantido entre o acusado Claudemir Borstel e a acusada Sirlei Boiani, esposa da vítima, a qual estava insatisfeita com o seu casamento.
No relato feito pelo Ministério Público, em 2008, Sirlei Boiani procurou o acusado Pedro Menegat, e com dinheiro fornecido por Claudemir Borstel, encomendou um revólver calibre 32, tendo obtido a referida arma no mês de março de 2009 em Peritiba. De posse da arma, seguiram-se duas tentativas de homicídio contra a vítima Emídio Maltauro, as quais teriam sido arquitetadas pelo casal de amantes.
A primeira tentativa de homicídio ocorreu no dia 24 maior de 2009, por volta das 2 horas da manhã, quando a vítima chegava em sua residência. Participaram da ação, Claudemir Borstel e Rafael Gäertner e um menor de idade.
A segunda tentativa ocorreu entre os meses de março e dezembro de 2009. Um menor de posse do revólver calibre 32 fornecido por Sirlei, se dirigiu com uma motocicleta até Barra do Tigre e com apoio de Diego da Silva na condução efetuou vários disparos, porém sem êxito.
Somente na terceira tentativa, no dia 3 de janeiro de 2010, o agricultor Emídio Maltauro foi assassinato. A acusada Sirlei Boiani avisou seu amante Claudemir Borstel que a vítima estaria em casa acompanhado somente pelo filho de 10 anos. Na oportunidade, Sirlei pediu para que Claudemir realizasse o serviço, ou seja, o homicídio, mas que o filho do casal não deveria sofrer nenhum tipo de violência.
Segundo ainda a denúncia, os quatro envolvidos no assassinato invadiram a casa de Maltauro, encapuzados, e também de posse de barras de ferro. Claudemir e Ronei teriam arrombado a porta, momento que a vítima estava dormindo. Os dois foram até o quarto quando Ronei disparou dois tiros na cabeça de Maltauro com o revólver calibre 32. Claudemir desferiu sete pancadas na cabeça da vítima com uma barra de ferro.
Já Ivonei Fischer e o adolescente ficaram fora do quarto para garantir o sucesso da operação. De acordo com o Ministério Público, a crime foi triplamente qualificado, por motivo torpe, sem que a vítima tivesse chances de defesa e por meio cruel. Os envolvidos também devem ser julgados por corrupção de menores e porte ilegal de arma.
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