Antigas
Militares em Concórdia
Bombeiros Voluntários podem ficar inviabilizados em Concórdia.
Os Bombeiros Militares estiveram ontem em Concórdia, reunidos com o prefeito João Girardi, visando assumir as atividades técnicas. A intenção é instalar um escritório em Concórdia.
Atualmente as atividades técnicas como vistorias e análises de projetos estão sendo realizadas pelo Corpo de Bombeiros Voluntários de Concórdia, com base em uma Lei Municipal. O recurso arrecadado com os trabalhos é repassado ao Corpo de Bombeiros através da Prefeitura de Concórdia visando à manutenção da corporação.
Os Bombeiros Militar contestam a realização das vistorias por parte de entidades privadas, como ocorre em Concórdia. Eles alegam que a fiscalização é de responsabilidade do Estado que mantém os Bombeiros Militares.
O diretor do departamento técnicos dos Bombeiros Militares em Santa Catarina, Tenente-Coronel, Gladimir Murer, afirma que a intenção é buscar um acordo com as entidades de Concórdia prevendo a instalação do escritório para atender a demanda do município nas atividades técnicas.
Voluntários contestam
O presidente do Corpo de Bombeiros, Adir Somariva, afirma que ficou surpreso com a atitude dos Militares. Ele ressalta que não foi consultado sobre o assunto e a intenção real dos Militares é fazer uma intervenção em Concórdia.
Somariva ressalta ainda que os recursos provenientes da área técnicos dos Bombeiros em Concórdia garantem a manutenção dos trabalhos. Ele reitera que os Voluntários poderão ficar inviabilizados se os Militares assumirem os trabalhos em Concórdia. "Sem essa receita tudo se torna inviável. É a principal fonte de renda", reitera.
Atualmente as atividades técnicas como vistorias e análises de projetos estão sendo realizadas pelo Corpo de Bombeiros Voluntários de Concórdia, com base em uma Lei Municipal. O recurso arrecadado com os trabalhos é repassado ao Corpo de Bombeiros através da Prefeitura de Concórdia visando à manutenção da corporação.
Os Bombeiros Militar contestam a realização das vistorias por parte de entidades privadas, como ocorre em Concórdia. Eles alegam que a fiscalização é de responsabilidade do Estado que mantém os Bombeiros Militares.
O diretor do departamento técnicos dos Bombeiros Militares em Santa Catarina, Tenente-Coronel, Gladimir Murer, afirma que a intenção é buscar um acordo com as entidades de Concórdia prevendo a instalação do escritório para atender a demanda do município nas atividades técnicas.
Voluntários contestam
O presidente do Corpo de Bombeiros, Adir Somariva, afirma que ficou surpreso com a atitude dos Militares. Ele ressalta que não foi consultado sobre o assunto e a intenção real dos Militares é fazer uma intervenção em Concórdia.
Somariva ressalta ainda que os recursos provenientes da área técnicos dos Bombeiros em Concórdia garantem a manutenção dos trabalhos. Ele reitera que os Voluntários poderão ficar inviabilizados se os Militares assumirem os trabalhos em Concórdia. "Sem essa receita tudo se torna inviável. É a principal fonte de renda", reitera.
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