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MP prende estelionatário com veículo Porche blindado

Data 23/11/2010 às 07:43
Força tarefa conseguiu apurar que grupo fez vítimas em Concórdia, Caçador e Chapecó. Quadrilha movimentou R$ 1 milhão em 60 dias
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Uma força tarefa desencadeada pelo Ministério Público de Concórdia e Chapecó conseguiu prender na terça-feira, dia 16, em Caçador o membro de um dos maiores grupos de estelionatários do Brasil. Ele é acusado de aplicar golpes em Concórdia, Caçador e Chapecó. Segundo informações repassadas ao departamento de jornalismo da Rádio Aliança pelo Centro de Apoio do Ministério Público de Chapecó o grupo tem a suposta empresa sediada em São Paulo, mas possui ramificações também em Curitiba, no Paraná. O Ministério Público apura ainda a ação do grupo em outros países.

Golpe em Concórdia

O acusado de estelionato está preso no presídio regional de Concórdia. De acordo com o Ministério Público, uma vítima de Concórdia perdeu mais de R$ 100 mil. Nos últimos dias, foi possível ainda evitar um novo depósito de R$ 28 mil na conta da quadrilha. Com o estelionatário a Promotoria Pública de Concórdia, juntamente com Chapecó conseguiu apreender dois veículos, um deles de luxo.

Ostentação e luxo

Um Porche Caiene blindado, avaliado em quase R$ 500 mil está apreendido com um Ford/ECOSPORT. A intenção do Ministério Público é no decorrer do processo vender os veículos para tentar ressarcir às vítimas que caíram no golpe. A ostentação do grupo era muito evidente, segundo a Promotoria Pública e incluía jóias que foram apreendidas e avaliadas em mais de R$ 100 mil.

Movimentação bancária

O Ministério Público revelou ainda ao jornalismo da Rádio Aliança, que conseguiu apurar que o grupo, muito bem articulado, aplicava os golpes fazendo a suposta captação de recursos no mercado financeiro. Sempre agindo com nomes de laranjas, para dificultar a identificação do polícia, a quadrilha movimentou somente em uma das contas mais de R$ 1 milhão em 60 dias.

O homem que está preso em Concórdia, considerado um dos principais membros da quadrilha, estava cumprindo pena em regime aberto. Ele havia sido condenado por uso de documentos falsos e vários estelionatos em outras cidades. O suspeito já trabalhou na Bolsa de Valores e é altamente qualificado, segundo as informações do Ministério Público.
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