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Mutirão contra a Dengue é realizado no bairro Petrópolis em Concórdia

Data 02/03/2019 às 11:39
Já são mais de 80 focos no município
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Fotos: Cristiano Mortari / Felipe Vargas
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A situação em Concórdia é preocupante. O município registrou até na última sexta-feira, dia 1º, 83 focos do mosquito da Dengue. A Regional da Saúde já alertou que há risco de uma infestação do mosquito, devido aos números elevados de focos em diversos pontos da cidade. O bairro que apresenta situação mais perigosa é o Petrópolis, com 17 focos. Por isso, um mutirão de verificação e orientação foi realizado na manhã de sábado, dia 02.

 

Agentes Comunitários de Saúde, Vigilância Sanitária e Epidemiológica, Bombeiros Voluntários e a Defesa Civil participaram. Este foi o segundo mutirão neste ano no Petrópolis. “A gente fez visitas em todas as residências para tentar eliminar focos da Dengue aqui. O bairro tem 17 focos já registrados e está a um passo de ser considerado infestado. Estamos orientando e solicitando que os moradores façam as devidas adequações, caso sejam encontrados possíveis criadouros nas casas ou lotes”, explica a supervisora do Programa da Dengue em Concórdia, Mara Sampaio. “Na próxima semana a gente vai retornar e verificar. Se necessário faremos notificações e multas serão aplicadas. Infelizmente algumas pessoas ainda não entenderam a gravidade do problema”, ressalta Mara.

 

De acordo com os integrantes do mutirão, várias situações foram verificadas no bairro. Vasos e pratos de flores com água parada, plantas que acumulam água, como as Bromélias, além de caixas de água e cisternas abertas. Também foram encontradas calhas com acúmulo de água. “Nós auxiliamos com o caminhão e escada, para acessar os locais onde as agentes não conseguem chegar, como caixas e calhas por exemplo. Também repassamos orientações e fizemos um mapeamento, com o auxílio da Defesa Civil que utilizou o drone para produzir imagens”, conta o comandante dos Bombeiros Voluntários, Juliano Camillo.

 

Conscientização:

De acordo com o relato dos agentes, algumas famílias resistem e não autorizam a entrada nas casas. Mas também tem quem entendeu a situação. “Eu tinha tampas de vasos de flores e achei que, como estavam dentro de casa, não teria problemas, mas as agentes me mostraram que acumula água e é perigoso”, conta a moradora Nelci Pedroti. “Me orientaram, me falaram dos casos aqui do bairro e me ajudaram a retirar as tampas e os vasos. Achei muito válido e importante. Vou seguir as orientações”, garantiu ela.

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