Antigas
Oito indígenas condenados por homicídio em Joaçaba
Os oito indígenas acusados de matar o agricultor Olices Stefani, no ano de 2004 em Abelardo Luz, no Oeste de Santa Catarina, foram condenados na madrugada desta quarta-feira por homicídio. Quatro deles também receberam condenações por cárcere privado.
As penas variam de seis a nove anos de reclusão. Nenhum deles saiu preso do júri popular, que ocorreu em Joaçaba, no Meio-Oeste, por contas destes crimes. A defesa dos acusados deve recorrer à decisão junto ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre.
Uma das alegações do recurso será a de que o atirador que matou Stefani não foi identificado durante as investigações. Para o advogado de um dos réus, Alvaro Alexandre Xavier, como não há o nome de quem desferiu o tiro, seria impossível apontar coautores, como defendeu a acusação.
Os réus já estão respondendo em liberdade, não são reincidentes e nem possuem antecedentes. A juíza concedeu o direito de apelos em liberdade.
Penas individuais
Alvari José dos Santos, cacique da tribo - nove anos e 11 meses de reclusão pelos crimes de homicídio e de cárcere privado.
Valdecir Oliveira Santos - nove anos e 11 meses de reclusão pelos crimes de homicídio e de cárcere privado.
Mauri Santos de Oliveira - nove anos e 11 meses de reclusão pelos crimes de homicídio e de cárcere privado.
Vanderlei dos Santos - nove anos e 11 meses de reclusão pelos crimes de homicídio e de cárcere privado.
Marciano Ribeiro dos Santos - sete anos e oito meses de reclusão por homicídio.
César Galvão - seis anos e 10 meses de reclusão por homicídio.
Vanderlei Felizardo - seis anos e 10 meses de reclusão por homicídio.
Claudir da Silva - seis anos e 10 meses de reclusão por homicídio.
As penas variam de seis a nove anos de reclusão. Nenhum deles saiu preso do júri popular, que ocorreu em Joaçaba, no Meio-Oeste, por contas destes crimes. A defesa dos acusados deve recorrer à decisão junto ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre.
Uma das alegações do recurso será a de que o atirador que matou Stefani não foi identificado durante as investigações. Para o advogado de um dos réus, Alvaro Alexandre Xavier, como não há o nome de quem desferiu o tiro, seria impossível apontar coautores, como defendeu a acusação.
Os réus já estão respondendo em liberdade, não são reincidentes e nem possuem antecedentes. A juíza concedeu o direito de apelos em liberdade.
Penas individuais
Alvari José dos Santos, cacique da tribo - nove anos e 11 meses de reclusão pelos crimes de homicídio e de cárcere privado.
Valdecir Oliveira Santos - nove anos e 11 meses de reclusão pelos crimes de homicídio e de cárcere privado.
Mauri Santos de Oliveira - nove anos e 11 meses de reclusão pelos crimes de homicídio e de cárcere privado.
Vanderlei dos Santos - nove anos e 11 meses de reclusão pelos crimes de homicídio e de cárcere privado.
Marciano Ribeiro dos Santos - sete anos e oito meses de reclusão por homicídio.
César Galvão - seis anos e 10 meses de reclusão por homicídio.
Vanderlei Felizardo - seis anos e 10 meses de reclusão por homicídio.
Claudir da Silva - seis anos e 10 meses de reclusão por homicídio.
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