Antigas
ONG afrodescendente alega discriminação contra atletas
Entidade é contra a instalação de câmeras de monitoramento nos alojamentos dos atletas do CAC
O presidente da ONG Associação Cultural Afro Cruz e Souza e Antonieta de Barros em Chapecó, Pedro de Luanda, deve registrar em Concórdia nas próximas horas um Boletim de Ocorrência contra a diretoria da equipe do Galo do Oeste.
Ele é contra a discriminação dos atletas afrodescendentes e ressalta que as câmeras de monitoramento são consideradas uma afronta os direitos constitucionais dos jogadores. Em entrevista à Rádio Aliança, Pedro de Luanda confirma que está apurando informações atendendo pedido que foi solicitado de Brasília.
De acordo com Luanda, o presidente do CAC, Emerson Lorenzetti, deverá ser chamado para uma conversa. Ele terá que se explicar e rever a posição adotada pelo clube. O presidente da ONG reitera que a medida é discriminatória. "Isso está dando impressão que os jogadores são fora da lei e delinqüentes. Nós não vamos permitir isso", enfatiza.
Ele é contra a discriminação dos atletas afrodescendentes e ressalta que as câmeras de monitoramento são consideradas uma afronta os direitos constitucionais dos jogadores. Em entrevista à Rádio Aliança, Pedro de Luanda confirma que está apurando informações atendendo pedido que foi solicitado de Brasília.
De acordo com Luanda, o presidente do CAC, Emerson Lorenzetti, deverá ser chamado para uma conversa. Ele terá que se explicar e rever a posição adotada pelo clube. O presidente da ONG reitera que a medida é discriminatória. "Isso está dando impressão que os jogadores são fora da lei e delinqüentes. Nós não vamos permitir isso", enfatiza.
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