Antigas
Pai faz apelo ao filho
Vilson Abitzrender, pai de Douglas André, pede para que filho se apresente à polícia e esclareça o homicídio
Vilson Abitzrender, pai de Douglas André, acusado de assassinar Almir Norato do Amaral, e abandonar o corpo em Erechim concedeu entrevista exclusiva à Rádio Aliança e disse que seu filho não mantém contato com a família há dois anos. Ele não sabia o paradeiro do jovem que deixou a cidade de Tenente Portela (RS) em 2009 de forma misteriosa.
O carro dele foi encontrado com defeito às margens de uma estrada no interior do município. Foram vários dias de buscas, porém Douglas André não foi encontrado. Somente depois de dois anos, após o assassinato de Almir Norato do Amaral, a família recebeu notícias do paradeiro do jovem.
Segundo Vilson, o seu filho trabalhava como pedreiro e deixou Tenente Portela com o dinheiro que seria pago aos funcionários que trabalhavam na construção de uma casa. Douglas era muito bem visto na cidade, segundo a família. Não tinha desentendimentos com ninguém e mantinha uma boa relação de amizade com todos os moradores do pequeno município.
"A cidade parou para procurar ele. Isso foi um choque para toda a família", lembra. Vilson ainda custa em acreditar que o filho está envolvido em um assassinato. "Se ele fez alguma coisa foi forçado. Ele nunca levantou a mão pra ninguém", reitera. A família ainda espera notícias do jovem que continua desaparecido. "Até hoje, ninguém coloca na minha cabeça que ele tenha feito algo de ruim pra alguém". (Alex Pacheco)
O carro dele foi encontrado com defeito às margens de uma estrada no interior do município. Foram vários dias de buscas, porém Douglas André não foi encontrado. Somente depois de dois anos, após o assassinato de Almir Norato do Amaral, a família recebeu notícias do paradeiro do jovem.
Segundo Vilson, o seu filho trabalhava como pedreiro e deixou Tenente Portela com o dinheiro que seria pago aos funcionários que trabalhavam na construção de uma casa. Douglas era muito bem visto na cidade, segundo a família. Não tinha desentendimentos com ninguém e mantinha uma boa relação de amizade com todos os moradores do pequeno município.
"A cidade parou para procurar ele. Isso foi um choque para toda a família", lembra. Vilson ainda custa em acreditar que o filho está envolvido em um assassinato. "Se ele fez alguma coisa foi forçado. Ele nunca levantou a mão pra ninguém", reitera. A família ainda espera notícias do jovem que continua desaparecido. "Até hoje, ninguém coloca na minha cabeça que ele tenha feito algo de ruim pra alguém". (Alex Pacheco)
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