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Para FCF permanência do CAC e do Imbituba é "impossível"

Data 18/05/2011 às 08:59
Entidade máxima do futebol catarinense alega violação em duas Leis Federais.
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Um dia após a direção do Concórdia Atlético Clube ventilar a possibilidade do time permanecer na elite, no Catarinão do próximo ano, a Federação Catarinense de Futebol enfatizou que esta possibilidade não existe. A afirmação é do diretor jurídico da entidade, Rodrigo Capella.

A Associação dos Clubes Profissionais de Santa Catarina, em Assembléia Extraordinária, na tarde da última segunda-feira, aprovou o aumento de 10 para 12 o número de participantes na elite. A permanência do CAC e do Imbituba também foi aceita pelas demais agremiações. O assunto agora será tratado pela Federação Catarinense de Futebol.

Em entrevista à Reportagem da Rádio Aliança, o diretor jurídico da entidade máxima do futebol catarinense, Rodrigo Capella, apontou os motivos que impossibilitam a permanência do Galo do Oeste e do Zimba na primeira divisão de 2012. Ele cita o artigo 89 da Lei Pelé e o artigo 10 do Estatudo do Torcedor, que tratam sobre esse assunto. De acordo com ele, essas duas Leis proíbem qualquer violação do princípio do acesso e do descenço de qualquer competição. Capella arremata que, se os clubes querem um campeonato com 12 ou mais equipes, devem promover os times da Divisão Especial para que o próximo certame tenha o número de clubes desejado para a sua realização.

Para o diretor jurídico da Federação Catarinense de Futebol, Rodrigo Capella, os clubes podem intervir parcialmente no Regulamento do Campeonato. Ele explica que a fórmula de disputa da competição, que pode ser por pontos corridos ou por grupos, por exemplo,  pode sim ser deliberada pelos clubes participantes através do Conselho Técnico.

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