Antigas
Paralisação na Embrapa
Funcionários da unidade de Concórdia cruzam os braços por 24h
Os Trabalhadores da Embrapa em nível nacional decidiram paralisar suas atividades por três dias. A greve de advertência foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário.
Isso porque, após onze reuniões, metade da pauta continua suspensa. As principais reivindicações dos trabalhadores são reajuste salarial com ganho real, fim das demissões e punições sem processo administrativo e revisão do Plano de Cargos da Embrapa. A empresa oferece reposição do índice da inflação (6,51%). Os servidores reivindicam a inflação e mais 5% de ganho real.
Em Concórdia a assembleia dos servidores decidiu paralisar as atividades somente nesta terça-feira (21/06). Conforme o presidente do sindicato em nível local, Edson Somensi, uma nova proposta pode ser apresentada nas próximas horas.
Outra reivindicação dos trabalhadores é a revisão do interstício da tabela salarial, com retorno dos 3,35%. "Hoje, a progressão inicia com 3% e vai caindo até 1%. Quanto mais tempo de casa e mais experiência o trabalhador adquire melhor realiza seu trabalho. Isso é fato detectado inclusive em estudos internacionais, mas a empresa ignora completamente essa situação impondo uma progressão salarial regressiva".
Caso a empresa não reaja à paralisação de advertência programada para esta semana, os trabalhadores continuarão paralisando nas próximas semanas, de forma progressiva, até o dia 18 de julho, quando poderão entrar em greve por tempo indeterminado.
Isso porque, após onze reuniões, metade da pauta continua suspensa. As principais reivindicações dos trabalhadores são reajuste salarial com ganho real, fim das demissões e punições sem processo administrativo e revisão do Plano de Cargos da Embrapa. A empresa oferece reposição do índice da inflação (6,51%). Os servidores reivindicam a inflação e mais 5% de ganho real.
Em Concórdia a assembleia dos servidores decidiu paralisar as atividades somente nesta terça-feira (21/06). Conforme o presidente do sindicato em nível local, Edson Somensi, uma nova proposta pode ser apresentada nas próximas horas.
Outra reivindicação dos trabalhadores é a revisão do interstício da tabela salarial, com retorno dos 3,35%. "Hoje, a progressão inicia com 3% e vai caindo até 1%. Quanto mais tempo de casa e mais experiência o trabalhador adquire melhor realiza seu trabalho. Isso é fato detectado inclusive em estudos internacionais, mas a empresa ignora completamente essa situação impondo uma progressão salarial regressiva".
Caso a empresa não reaja à paralisação de advertência programada para esta semana, os trabalhadores continuarão paralisando nas próximas semanas, de forma progressiva, até o dia 18 de julho, quando poderão entrar em greve por tempo indeterminado.
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