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Polícia ainda apura acidente e morte de empresário

Data 26/03/2012 às 08:20
Polícia do Rio Grande do Sul ainda espera resultado da perícia do IGP de Passo Fundo e depoimentos das vítimas que estavam no ônibus
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Já passam mais de dois meses da tragédia que vitimou o motorista e empresário concordiense Moacir Romani, 53 anos. Ele morreu na manhã do dia 14 de janeiro após o ônibus que conduzia ser atingido pelo segundo conjunto de uma carreta bi-trem.

A colisão aconteceu na BR-153, próximo ao acesso de Marcelino Ramos. Dos 32 passageiros que estavam no coletivo de Concórdia, 16 sofreram ferimentos. O inquérito que investiga as causas e que poderá indiciar o motorista da carreta com placas Porto Velho, Almiro Pereira de Magalhães, 49 anos, foi aberto no dia 24 de janeiro, porém ainda não foi concluído.

O jornalismo da Aliança conversou com o delegado de Marcelino Ramos, Rodrigo Dreier. Ele disse que para concluir os trabalhos ainda faltam os laudos periciais do IGP de Passo Fundo e os depoimentos dos passageiros que estão sendo ouvidos em Concórdia.

Conforme o delegado Rodrigo Dreier o único depoimento que consta no inquérito é do motorista da carreta. Almiro Pereira de Magalhães afirmou que não viu o acidente somente ouviu um barulho e percebeu que a última parte da carreta havia colidido contra o ônibus.

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