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Prazo para professores
Em mais uma reunião de negociação com os representantes dos professores, na manhã desta quarta-feira (8), o Governo do Estado reiterou o atendimento a 90% das solicitações do Sinte e deu um prazo de 24 horas para encerrar as negociações com a categoria. Desde o início da greve, há 22 dias, o Governo manteve um canal de comunicação e de negociação aberto com os professores, além de sugerir a criação de um grupo de trabalho entre as partes, que atuará nos próximos 180 dias, para debater melhorias na carreira e na Educação do Estado.
"Pedimos que, em 24 horas, o Sinte apresente um documento com as solicitações deles e também apresentem uma nova alternativa, já que o Estado esgotou todas as possibilidades de cálculo e excedeu o limite orçamentário, chegando a um gasto mensal com a folha de pagamento dos professores de R$ 22 milhões, sem contar com o pagamento do triênio", informou o secretário adjunto da Educação, Eduardo Deschamps. Para a nova proposta, o Governo pede apenas que seja aplicado o piso salarial nacional de R$ 1.187,00 e que se respeite o limite orçamentário do Estado de R$ 22 milhões.
Além de uma nova e última proposta, o secretário Marco Tebaldi entregou um documento aos representantes dos professores explicando os avanços conquistados nos últimos dias e com as tabelas de cálculos que mostram o ganho real que varia de 7% a 44%. "Se isso não for providenciado pelos professores, só nos resta declarar um impasse nas negociações e retirar todas as propostas financeiras e não financeiras cedidas pelo Governo, mantendo a proposta que está na Medida Provisória, encaminhada a Alesc", explicou o secretário da Educação, Marco Tebaldi.
"Pedimos que, em 24 horas, o Sinte apresente um documento com as solicitações deles e também apresentem uma nova alternativa, já que o Estado esgotou todas as possibilidades de cálculo e excedeu o limite orçamentário, chegando a um gasto mensal com a folha de pagamento dos professores de R$ 22 milhões, sem contar com o pagamento do triênio", informou o secretário adjunto da Educação, Eduardo Deschamps. Para a nova proposta, o Governo pede apenas que seja aplicado o piso salarial nacional de R$ 1.187,00 e que se respeite o limite orçamentário do Estado de R$ 22 milhões.
Além de uma nova e última proposta, o secretário Marco Tebaldi entregou um documento aos representantes dos professores explicando os avanços conquistados nos últimos dias e com as tabelas de cálculos que mostram o ganho real que varia de 7% a 44%. "Se isso não for providenciado pelos professores, só nos resta declarar um impasse nas negociações e retirar todas as propostas financeiras e não financeiras cedidas pelo Governo, mantendo a proposta que está na Medida Provisória, encaminhada a Alesc", explicou o secretário da Educação, Marco Tebaldi.
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