Antigas
Prefeito de Itá afirma que tentaram lhe desmoralizar
Caso envolve investigação em empresa que fez auditoria interna na Prefeitura de Itá
O prefeito de Itá, Egídio Gritti, anunciou nesta segunda-feira (21) que só irá se pronunciar a respeito da Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público em relação a contratação da empresa que fez auditoria nos quatro últimos anos da gestão anterior, quando tomar conhecimento do teor do caso. Até agora, nem o prefeito, nem sua assessoria jurídica, foram notificados oficialmente. Gritti lamentou que o assunto tenha sido primeiro alardeado na imprensa, sem as partes envolvidas terem conhecimento do que se trata a ação.
"Parece que houve uma preocupação em primeiro tentar desmoralizar a figura do prefeito, quando o correto teria sido, a meu ver, primeiro comunicar as partes envolvidas", declarou o prefeito. Egídio Gritti disse ainda estranhar que, passado um ano da entrega da auditoria para o Ministério Público da Comarca de Itá, nenhuma denúncia tenha sido apurada. O prefeito questionou a prioridade do MP em apurar somente a contratação da empresa, que custou R$ 69.980,00, frente as denúncias de supostas irregularidades que resultaram num possível prejuízo de quase R$ 4 milhões aos cofres da prefeitura de Itá.
Desde a entrega da auditoria ao Ministério Público, em 17 de março de 2010, a administração espera respostas. "Nós estamos fazendo os processos internos, como manda a auditoria, mas dependemos do Ministério Público para tomar outras medidas", anunciou Gritti. Para o prefeito de Itá parece estar havendo uma tentativa de tirar o foco das irregularidades apontadas pela auditoria, que envolvem os ex-administradores, secretários e vereadores.
"Parece que houve uma preocupação em primeiro tentar desmoralizar a figura do prefeito, quando o correto teria sido, a meu ver, primeiro comunicar as partes envolvidas", declarou o prefeito. Egídio Gritti disse ainda estranhar que, passado um ano da entrega da auditoria para o Ministério Público da Comarca de Itá, nenhuma denúncia tenha sido apurada. O prefeito questionou a prioridade do MP em apurar somente a contratação da empresa, que custou R$ 69.980,00, frente as denúncias de supostas irregularidades que resultaram num possível prejuízo de quase R$ 4 milhões aos cofres da prefeitura de Itá.
Desde a entrega da auditoria ao Ministério Público, em 17 de março de 2010, a administração espera respostas. "Nós estamos fazendo os processos internos, como manda a auditoria, mas dependemos do Ministério Público para tomar outras medidas", anunciou Gritti. Para o prefeito de Itá parece estar havendo uma tentativa de tirar o foco das irregularidades apontadas pela auditoria, que envolvem os ex-administradores, secretários e vereadores.
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