Antigas
Preso em Machadinho homem que espancou filha
O pedreiro Juvelino Tavares de Jesus, de 33 anos, foi preso na tarde desta segunda-feira, dia 19, em Machadinho(RS) por determinação do Poder Judiciário da Comarca de Capinzal. Ele é acusado de espancar a própria filha, de apenas três meses, no dia 08 de dezembro, no Loteamento Jardim da Serra, em Capinzal.
A criança sofreu traumatismo crânio-encefálico e fratura nos arcos costais, permaneceu internada por alguns dias na UTI do Hospital Universitário Santa Terezinha(HUST) de Joaçaba e já recebeu alta médica. De acordo com a mãe da criança, Juliana da Silva, de 26 anos, o bebê está bem e os médicos asseguraram que não ficará nenhuma seqüela.
Tavares foi preso em flagrante após o crime e liberado menos de 24 horas depois por determinação judicial. Ele responderá por infantício qualificado tentado. O acusado foi recambiado pela Polícia Civil a Unidade Prisional Avançada(UPA) de Capinzal e permanece a disposição do Poder Judiciário.
Participaram da incursão a cidade de Machadinho(RS), o delegado André Luis Cembranelli e Investigador Fernando de Oliveira Kostycha, com o apoio do PC/RS Antoninho Nilson Gonçalves (Bob). Nenhum dos Policiais de SC usou coletes de proteção balística em razão das capas e velcros terem se deteriorado na última ocasião em que foram usados.
A criança sofreu traumatismo crânio-encefálico e fratura nos arcos costais, permaneceu internada por alguns dias na UTI do Hospital Universitário Santa Terezinha(HUST) de Joaçaba e já recebeu alta médica. De acordo com a mãe da criança, Juliana da Silva, de 26 anos, o bebê está bem e os médicos asseguraram que não ficará nenhuma seqüela.
Tavares foi preso em flagrante após o crime e liberado menos de 24 horas depois por determinação judicial. Ele responderá por infantício qualificado tentado. O acusado foi recambiado pela Polícia Civil a Unidade Prisional Avançada(UPA) de Capinzal e permanece a disposição do Poder Judiciário.
Participaram da incursão a cidade de Machadinho(RS), o delegado André Luis Cembranelli e Investigador Fernando de Oliveira Kostycha, com o apoio do PC/RS Antoninho Nilson Gonçalves (Bob). Nenhum dos Policiais de SC usou coletes de proteção balística em razão das capas e velcros terem se deteriorado na última ocasião em que foram usados.
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