Antigas
Sindicato esclarece ação milionário contra o BB
Grupo de servidores ganharam direito a indenação em uma ação civil pública por assédio em agência do BB em Concórdia
A presidente do Sindicato dos Bancários de Concórdia e Região, Sônia Hack, esteve ontem na Câmara de Vereadores. Ela se manifestou sobre o processo envolvendo o Banco do Brasil e uma decisão milionária proferida pela justiça que garante um pagamento de indenização revertido ao Fundo Estadual de Saúde e ou Fundo de Amparo ao Trabalhadores.
De acordo com os autos do processo, servidores do banco com cerca de 30 anos de instituição eram obrigados eram submetidos a humilhações públicas, forçando uma possível demissão. De acordo com Sônia, a posição adotada pela direção da agência local precisa ser revista. Além disso, ela voltou a lamentar o episódio. O gerente da agência do Banco do Brasil deverá ser convocado para prestar esclarecimentos ao Legislativo Municipal.
Entenda o caso
De acordo com relatório dos auditores fiscais que dá sustentação à Ação do MPT, empregados com mais de 30 anos de carreira na instituição foram submetidos à humilhações públicas. " O gerente deslocava empregados plenamente produtivos, com larga experiência profissional e cerca de 30 anos de casa, para o auto-atendimento, onde atuam estagiários para dar suporte aos clientes", afirma o relatório. Isso gerava situações de constrangimento e humilhações perante os clientes, muito deles acostumados ao atendimento altamente qualificado e à experiência dos agora "auxiliares de auto-atendimento".
O gerente da agência modificou senhas de acesso desses empregados para que não pudessem executar as tarefas de antes, além de ter modificado unilateralmente os contratos de trabalho reduzindo salários. A meta era forçar a aposentadoria precoce desses trabalhadores para contratar concursados por salários mais baixos. Dois dos empregados submetidos a tais condições e que ficaram doentes, acabaram por requerer precocemente a aposentadoria. Um deles chegou a ter seus proventos reduzidos em cerca de R$ 3 mil mensais entre participação nos lucros e vale refeição.
Além disso, os auditores fiscais apuraram ainda o descumprimento de diversas normas de segurança e saúde do trabalhador, como a inexistência das pausas obrigatórias para recuperação de fadiga; a falta de adequação ergonométrica dos locais e mobiliários de trabalho; a inexistência de um programa preventivo de medicina e saúde do trabalhador, bem como o devido reconhecimento de empregados acometidos de doenças ocupacionais perante a Previdência Social. Todas essas irregularidades também são objetos da Ação Civil Pública.
De acordo com os autos do processo, servidores do banco com cerca de 30 anos de instituição eram obrigados eram submetidos a humilhações públicas, forçando uma possível demissão. De acordo com Sônia, a posição adotada pela direção da agência local precisa ser revista. Além disso, ela voltou a lamentar o episódio. O gerente da agência do Banco do Brasil deverá ser convocado para prestar esclarecimentos ao Legislativo Municipal.
Entenda o caso
De acordo com relatório dos auditores fiscais que dá sustentação à Ação do MPT, empregados com mais de 30 anos de carreira na instituição foram submetidos à humilhações públicas. " O gerente deslocava empregados plenamente produtivos, com larga experiência profissional e cerca de 30 anos de casa, para o auto-atendimento, onde atuam estagiários para dar suporte aos clientes", afirma o relatório. Isso gerava situações de constrangimento e humilhações perante os clientes, muito deles acostumados ao atendimento altamente qualificado e à experiência dos agora "auxiliares de auto-atendimento".
O gerente da agência modificou senhas de acesso desses empregados para que não pudessem executar as tarefas de antes, além de ter modificado unilateralmente os contratos de trabalho reduzindo salários. A meta era forçar a aposentadoria precoce desses trabalhadores para contratar concursados por salários mais baixos. Dois dos empregados submetidos a tais condições e que ficaram doentes, acabaram por requerer precocemente a aposentadoria. Um deles chegou a ter seus proventos reduzidos em cerca de R$ 3 mil mensais entre participação nos lucros e vale refeição.
Além disso, os auditores fiscais apuraram ainda o descumprimento de diversas normas de segurança e saúde do trabalhador, como a inexistência das pausas obrigatórias para recuperação de fadiga; a falta de adequação ergonométrica dos locais e mobiliários de trabalho; a inexistência de um programa preventivo de medicina e saúde do trabalhador, bem como o devido reconhecimento de empregados acometidos de doenças ocupacionais perante a Previdência Social. Todas essas irregularidades também são objetos da Ação Civil Pública.
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