Antigas
Sopelsa pede ajuda ao produtores de suínos
O agravamento da crise da suinocultura foi motivo de contatos feitos pelo deputado Moacir Sopelsa (PMDB) com o governador em exercício Eduardo Moreira, o secretário de Finanças Ubiratan Rezende, e com o adjunto da Agricultura Airton Spies.
Em diferentes momentos, esta semana, o parlamentar debateu o problema enfrentado pelos produtores, propondo ao governo providências que possam amenizar os prejuízos na atividade. "A situação é desesperadora, o clima é de massacre ao pequeno produtor. O preço segue em queda e ele já esttá recebendo R$ 2,00 por quilo vivo do porco, mas o custo de produção, conforme a Embrapa, está em R$ 2,65 e com tendência de alta, em função do preço do milho e da soja", diz Sopelsa.
Para o deputado, ou o governo opta por reativar a isenção do ICMS para a venda da carne suína fora do Estado, mas terá que estabelecer um sistema de controle que garanta a vantagem para o produtor, e não o intermediário, ou cria um bônus, algum tipo de subsídio vinculado ao número de animais alojados nas propriedades. "Alguma coisa precisa ser feita. Ou logo teremos reflexo no movimento econômico dos municípios e o abandono da atividade em muitas propriedades rurais, quando não o êxodo de famílias rumo à periferia das cidades", antevê Sopelsa.
"A suinocultura ainda é um carro-forte do nosso meio rural, mas de crise em crise vai perdendo força" - ele avalia.
Em diferentes momentos, esta semana, o parlamentar debateu o problema enfrentado pelos produtores, propondo ao governo providências que possam amenizar os prejuízos na atividade. "A situação é desesperadora, o clima é de massacre ao pequeno produtor. O preço segue em queda e ele já esttá recebendo R$ 2,00 por quilo vivo do porco, mas o custo de produção, conforme a Embrapa, está em R$ 2,65 e com tendência de alta, em função do preço do milho e da soja", diz Sopelsa.
Para o deputado, ou o governo opta por reativar a isenção do ICMS para a venda da carne suína fora do Estado, mas terá que estabelecer um sistema de controle que garanta a vantagem para o produtor, e não o intermediário, ou cria um bônus, algum tipo de subsídio vinculado ao número de animais alojados nas propriedades. "Alguma coisa precisa ser feita. Ou logo teremos reflexo no movimento econômico dos municípios e o abandono da atividade em muitas propriedades rurais, quando não o êxodo de famílias rumo à periferia das cidades", antevê Sopelsa.
"A suinocultura ainda é um carro-forte do nosso meio rural, mas de crise em crise vai perdendo força" - ele avalia.
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