Antigas
Trabalho escravo
Em um paiol foi encontrada uma família com três menores, sendo um de 16 anos, outro com 15 anos e um bebê com um ano de idade
O Ministério do Trabalho e Emprego de Santa Catarina flagrou na semana passada em uma propriedade do interior de Lindóia do Sul um grupo de trabalhadores em regime de escravidão. Eles estavam realizando a atividade de extração de madeira, segundo conseguiu constatar a coordenadora de fiscalização rural do Ministério do Trabalho, Lília Carlota Rezende.
Em entrevista à Rádio Aliança, ela disse que em um paiol foi encontrada uma família com três menores, sendo um de 16 anos, outro com 15 anos e um bebê com um ano de idade.
Lília afirma que a família de Ponte Serrada dividia espaço com agrotóxicos, equipamentos agrícolas e combustíveis. Além disso, a família estava vulnerável a ataque de animais peçonhentos. As crianças estavam dormindo em uma cama improvisada com espuma e madeira, sem as mínimas condições de higiene.
Depois da notificação feita ao proprietário do reflorestamento o Ministério do Trabalho está rastreando o destino da madeira que estava sendo retirada da propriedade rural. Ela explica que duas empresas, sendo um lacticínio e uma agroindústria, também devem ser acionadas, já que não estavam controlando a procedência da madeira.
O dono da madeira terá que na próxima segunda-feira, dia 21, comparecer em Chapecó para acertar a rescisão de contrato com os trabalhadores e poderá pagar multa no valor de R$ 60 mil. "Eu trabalho há 15 anos na área e percebo que existe um aumento na exposição de menores no trabalho degradante", reitera.
Em entrevista à Rádio Aliança, ela disse que em um paiol foi encontrada uma família com três menores, sendo um de 16 anos, outro com 15 anos e um bebê com um ano de idade.
Lília afirma que a família de Ponte Serrada dividia espaço com agrotóxicos, equipamentos agrícolas e combustíveis. Além disso, a família estava vulnerável a ataque de animais peçonhentos. As crianças estavam dormindo em uma cama improvisada com espuma e madeira, sem as mínimas condições de higiene.
Depois da notificação feita ao proprietário do reflorestamento o Ministério do Trabalho está rastreando o destino da madeira que estava sendo retirada da propriedade rural. Ela explica que duas empresas, sendo um lacticínio e uma agroindústria, também devem ser acionadas, já que não estavam controlando a procedência da madeira.
O dono da madeira terá que na próxima segunda-feira, dia 21, comparecer em Chapecó para acertar a rescisão de contrato com os trabalhadores e poderá pagar multa no valor de R$ 60 mil. "Eu trabalho há 15 anos na área e percebo que existe um aumento na exposição de menores no trabalho degradante", reitera.
Enquete
Clima
Tempo em Concórdia-SC
Umidade:
Vento:
Antigas