Antigas
TRE ainda não confirma a posse de João Pizolatti
Zonta deve deixar a Câmara Federal
O Tribunal Regional Eleitoral (TRESC) adiou, pela segunda vez, o anúncio oficial sobre como vai proceder no caso do candidato a deputado federal João Pizzolatti (PP), que estava barrado pela Lei da Ficha Limpa. A quase uma semana, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a lei não se aplica às eleições de 2010. Até agora o eleitor não sabe qual será o desdobramento da decisão do Supremo no Estado.
O desembargador Sérgio Torres Paladino chegou até a confirmar que o Tribunal iria cumprir a decisão do STF, ao tomar posse como presidente do Tribunal, um dia após a decisão do STF. Mas afirmou que não tinha conhecimento integral da decisão do Supremo para avançar no caso do candidato Pizzolatti. Além disso, destacou que o momento era de aguardar os desdobramentos da decisão do STF. Em seguida, a assessoria de imprensa confirmou que o entendimento do órgão seria divulgado por meio de uma nota oficial.
O STF esclareceu que analisará individualmente os processos. O ministro-relator Ayres Britto é quem vai decidir sobre o caso do catarinense e solicitar ao TRESC que refaça os cálculos do quociente eleitoral, reproclame o novo resultado e a diplomação de Pizzolatti. Mas o Tribunal ainda não explicou como vai proceder e quando encerra o caso.
Os 133.181 votos obtidos por ele foram contabilizados pelo Tribunal para a legenda do PP, totalizando 3.471.076 votos, o que possibilitou a legenda a segunda cadeira pepista na Câmara, que foi destinada ao deputado federal, Odacir Zonta (PP) -- 103.935 votos. Agora, com a decisão do STF, o candidato Pizzolatti retornará a Câmara dos Deputados.
O desembargador Sérgio Torres Paladino chegou até a confirmar que o Tribunal iria cumprir a decisão do STF, ao tomar posse como presidente do Tribunal, um dia após a decisão do STF. Mas afirmou que não tinha conhecimento integral da decisão do Supremo para avançar no caso do candidato Pizzolatti. Além disso, destacou que o momento era de aguardar os desdobramentos da decisão do STF. Em seguida, a assessoria de imprensa confirmou que o entendimento do órgão seria divulgado por meio de uma nota oficial.
O STF esclareceu que analisará individualmente os processos. O ministro-relator Ayres Britto é quem vai decidir sobre o caso do catarinense e solicitar ao TRESC que refaça os cálculos do quociente eleitoral, reproclame o novo resultado e a diplomação de Pizzolatti. Mas o Tribunal ainda não explicou como vai proceder e quando encerra o caso.
Os 133.181 votos obtidos por ele foram contabilizados pelo Tribunal para a legenda do PP, totalizando 3.471.076 votos, o que possibilitou a legenda a segunda cadeira pepista na Câmara, que foi destinada ao deputado federal, Odacir Zonta (PP) -- 103.935 votos. Agora, com a decisão do STF, o candidato Pizzolatti retornará a Câmara dos Deputados.
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